Projeto CONTA PESO E MEDIDA

Janeiro 25, 2012

A equipa de saúde escolar do Centro de Saúde de Anadia em parceria com a Unidade de Saúde Pública do ACES Baixo Vouga I, procedeu às medições antropométricas dos alunos do 5º ano das escolas nº 2 de Vilarinho e de Anadia, no âmbito do projeto CONTA PESO E MEDIDA e tal como o cartaz indica visa, a prevenção da OBESIDADE infanto-juvenil e a promoção de hábitos de alimentação saudável. Tem como objetivos a identificação das crianças com esta problemática e seu adequado ENCAMINHAMENTO E TRATAMENTO. Tem ainda como finalidade, sensibilizar toda a comunidade educativa para a importância da implementação de alimentação saudável desde o nascimento.

A equipa de Educação para a Saúde

Orientações saúde escolar

Janeiro 23, 2012

O perigo da internet

Janeiro 20, 2012

Mais de 140 inquéritos-crime por violência escolar em 2011

Janeiro 19, 2012

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) constatou uma «clara melhoria» na prevenção e punição dos crimes de violência escolar em 2011, tendo sido abertos 107 inquéritos nos primeiros nove meses do ano passado no Distrito Judicial de Lisboa.

Dados da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL) indicam que, em 2009, foram registados 145 casos de violência na comunidade escolar, actos que configuram um crime público, um número que subiu para 166 em 2010.

Estes casos foram registados no Distrito Judicial de Lisboa, que abrange os círculos judiciais de Almada, Angra do Heroísmo, Barreiro, Caldas da Rainha, Cascais, Funchal, Lisboa, Loures, Oeiras, Ponta Delgada, Grande Lisboa Noroeste, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

A Procuradoria-Geral Distrital de Évora registou um menor número de inquéritos em 2011 (33), relativamente a 2010 (59). Em 2009 tinham sido registados 32 inquéritos relacionado com violência escolar.

O Distrito judicial de Évora inclui círculos judiciais de Abrantes, Beja, Évora, Faro, Loulé, Portalegre, Portimão, Santarém, Santiago do Cacém e Setúbal.

Numa resposta enviada à agência Lusa, a PGR considera que «há uma clara melhoria na prevenção e punição dos crimes relacionados com a violência escolar», que atribui ao facto das pessoas terem perdido o receio de participar o crime.

A melhoria deve-se «essencialmente ao facto dos Conselhos Directivos das escolas, os professores, os familiares dos alunos e os próprios terem perdido o medo de participar e passarem a comunicar a ocorrência de ilícitos», justifica.

Por outro lado, acrescenta, «o Ministério Público e o Ministério da Educação estão mais atentos ao fenómeno, que deixou de estar escondido dentro das paredes das escolas».

Muitos dos inquéritos foram abertos depois do apelo realizado em Abril de 2008 pelo Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, para que os conselhos executivos das escolas e os professores denunciassem todos os casos de agressões praticadas dentro dos estabelecimentos de ensino.

Pinto Monteiro afirmou, na altura, que os órgãos directivos das escolas e os docentes «têm de ter coragem, obrigação e dever cívico para participarem» os casos de violência.

Nessa altura, um caso de violência escolar foi divulgado publicamente tendo gerado várias reacções e relançado o debate sobre este tema. Tratou-se do caso de uma aluna, de 15 anos, de uma escola secundário do Porto, que agrediu uma professora.

A cena foi filmada por um colega de turma, também de 15 anos, e colocada no site YouTube, mostrando a estudante a gritar e a empurrar a professora depois de esta lhe tirar o telemóvel, tendo o Ministério Público aberto uma investigação ao caso.

O caso chegou ao Tribunal de Família e Menores, que acabou por arquivá-lo, tendo a aluna em causa sido punida com a transferência de escola e 30 horas de trabalho comunitário.

Fonte: Lusa/SOL

Facebook proibido antes dos 13 anos idade

Janeiro 15, 2012

Nos seus Termos e Condições de utilização, no ponto 4.5., o Facebook declara explicitamente: “You will not use Facebook if you are under 13″ (“Não usarás o Facebook se tiveres menos de 13 anos de idade”). No seu Centro de Ajuda, acrescenta: “O Facebook exige que as pessoas tenham, pelo menos, 13 anos para poder criar uma conta. Em algumas jurisdições, o limite de idade poderá ser superior. Fornecer informações falsas para criar uma conta constitui sempre uma violação da nossa Declaração de Direitos e Responsabilidades. Isto inclui contas registadas em nome de crianças com idade inferior a 13 anos por pessoas com mais idade”.

Deixo site onde se encontram várias alternativas a esta rede social.

http://www.miudossegurosna.net/artigos/2011-03-04.html

Este site, sugere sete alternativas para menores de 13 anos:

“Facebooks” Para Crianças Abaixo ficam alguns exemplos de redes sociais especificamente desenvolvidas a pensar em crianças menores de 13 anos de idade e que, para além de terem de estarem em conformidade com esta legislação, no meu ponto de vista são mais indicadas como ferramentas de introdução de crianças às redes sociais, sobretudo até aos 10 anos de idade:

Concebido para crianças e pré-adolescentes (entre os 7 e os 13 anos de idade) que já não se sentem confortáveis em sites infantis, mas que ainda não têm idade para aderir ao Facebook, MySpace, hi5 ou a outras redes sociais, o giantHello inclui jogos sociais online, permite enviar convites para se ligarem a amigos que conhecem na vida real, criar páginas de perfil personalizadas que apenas os seus amigos podem ver, usar mensagens internas a amigos, publicar fotos, comentar fotos publicadas por amigos, actualizações de estado que só podem ser lidas pelos amigos, mensagens instantâneas baseadas na web, criar páginas de fãs de celebridades e produtos favoritos, e ver anúncios publicitários publicados com base na actividade dos utilizadores e que foram previamente analisados relativamente à sua adequação. Em termos de segurança, o giantHellow verifica o consentimento parental antes das crianças poderem usufruir de todas as funcionalidades do site, impede o acesso dos motores de busca aos textos e às fotos publicadas pelas crianças, filtra linguagem imprópria, oferece controlos parentais que permitem aos pais suspender ou eliminar a conta dos filhos. Ainda ao nível da segurança, as crianças navegam num círculo fechado de amizades, isto é, apenas podem comunicar com terceiros que convidaram pessoalmente e, ao verem o perfil de um amigo, apenas são exibidos os amigos mútuos. Se uma criança quiser adicionar um amigo, tem de enviar um código especial ou imprimir um convite para entrega em mão. Desta forma, o giantHellow, não permite que estranhos contactem a criança, até porque o site não permite ligações aleatórias. No giantHello, as crianças só conseguem comunicar com os seus amigos reais. Por fim, segundo o site, este foi certificado pelo CARU (Children’s Advertising Review Unit) como estando em conformidade com a COPPA.
O imbee anuncia-se como uma rede social que permite aos jovens partilharem e ligarem as suas vidas e os seus mundos através uma experiência de media social única. Permitindo partilhar, playlists, fazer novas amizades a nível global, conversar com amigos, partilhar vídeos, notícias sobre a cultura pop e muito mais. Em termos de segurança, o imbee disponibiliza configurações de segurança e está em conformidade com a COPPA. O imbee exige ainda a autenticação da identidade através de cartão de crédito por parte dos pais ou de um professor, usando o mesmo procedimento que o serviço de correios norte-americano usa para verificação da identidade. Até que os pais autorizem a conta da criança, esta não terá acesso a todas as funcionalidades do site. A partir daí, o imbee disponibiliza configurações de segurança que permitem aos pais definirem parâmetros adequados à idade e relacionados com as actividades online da criança.

 

Concebido para crianças dos 6 aos 11 anos de idade, o ScuttlePad oferece às crianças um local para interagirem online, ligarem-se aos amigos e divertirem-se escolhendo palavras e construindo frases, enquanto estão protegidas e aprendem os fundamentos da segurança online. O ScuttlePad apresenta-se como uma rede social que introduz as crianças às redes sociais de uma forma segura, controlada e num ambiente amigável. No ScuttlePad as crianças aprendem os rudimentos da vida social em rede, criando perfis seguros, partilhando informação apropriada e actualizando os seus status de uma forma responsável. A este nível, os utilizadores podem actualizar os seus status e fazer comentários a partir de listas de verbos e sujeitos pré-aprovados, o que ajuda os utilizadores mais novos a aprender a construir frases, para além de ajudar a gramática dos utilizadores mais crescidos. Para aderirem ao ScuttlePad os pais registam os seus filhos usando os seus próprios endereços de email para criarem nomes de utilizador e palavras-passe únicas. Uma vez activada a conta, a criança pode carregar a sua foto para o perfil, actualizar o seu status e descobrir os seus amigos. No ScuttlePad as crianças podem encontrar os seus amigos e fazer novos amigos, do fundo da rua ou no outro lado do globo. Em termos de segurança, o ScuttlePad ensina às crianças o básico sobre a socialização em rede e sobre a importância da privacidade online enquanto estas se divertem ligando-se aos seus amigos. Contrariamente aos outros serviços referidos neste artigo que apenas estão disponíveis em inglês, o ScuttlePad também está disponível em espanhol.
O Skid-e-Kids apresenta-se como uma rede social alternativa para crianças e jovens entre os 7 e os 14 anos de idade. No Skid-e-Kids, as crianças podem jogar e ver filmes adequados à sua idade, convidar e socializar com os seus amigos e colegas, trocar e vender brinquedos e jogos de vídeo e, obter ajuda para os seus trabalhos de casa de qualquer disciplina, através da simples publicação de perguntas para obterem as respostas. Concebida especificamente para dar às crianças o entusiasmo de estar no Facebook sem as expor aos aspectos negativos potencialmente inerentes a uma rede social aberta como o Facebook e outras, o Skid-e-Kids apresenta-se como uma rede segura, divertida e educacional onde quem manda são os pais e onde estes dispõem de funcionalidades especiais que lhes permitem ver todos os amigos e actividades dos filhos de uma forma instantânea.
Recentemente adquirido pela Disney, o Togetherville apresenta-se como uma rede social para famílias, onde os pais podem criar vizinhanças seguras para os seus filhos com menos de 10 anos de idade, sem bem que qualquer criança/jovem com menos de 13 anos possa aderir. No Togetherville, as crianças podem jogar, fazer desenhos, ver vídeos, ligar-se e interagir com amigos da vida real e familiares que conhecem e em quem confiam, tudo sob a supervisão dos pais. Segundo o site, o Togetherville coloca os pais e outros adultos de confiança dentro da experiência da criança no sentido de promover a interacção e a aprendizagem online que os ajuda a tornarem-se cidadãos digitais responsáveis. Em termos de segurança, no Togetherville apresenta algumas características interessantes: apenas os pais ou os tutores legais da criança que passarem no processo de verificação de identidade podem criar e gerir as contas das suas crianças; os pais criam e controlam uma rede de amigos dos seus filhos na vida real, a partir dos seus familiares e amigos de confiança no Facebook, no sentido de criar um ambiente seguro para os filhos, sem possibilidade de anonimato; a comunicação é feita a partir de mensagens pré-definidas, com comentários moderados, sem chats privados e sem possibilidade de carregar ficheiros; os pais podem ver toda a actividade dos filhos em tempo real. Em termos de privacidade, os perfis das crianças não são pesquisáveis ou detectáveis. Em conformidade com a COPPA, o serviço tem a particularidade de ter sido desenvolvido por especialistas em tecnologias da web social, desenvolvimento infantil, aprendizagem e segurança online.

Lançado em finais de Fevereiro de 2011, o WhatsWhat.me é um serviço apenas para crianças que, segundo os seus criadores, oferece um ambiente de rede social seguro para crianças entre os 7 e os 13 anos de idade. Em conformidade com a COPPA, acalenta uma comunidade onde o bullying não é permitido, promovendo simultaneamente comportamentos online positivos, segurança na Internet e aptidões relacionadas com a vida que beneficiam as crianças. Para os pais, o site oferece um Centro Parental de Recursos onde são fornecidos conselhos especializados, notícias e informação sobre a segurança online de crianças e jovens. O WhatsWhat.me caracteriza-se ainda pela utilização de funcionalidades inovadoras tais como: tecnologias patenteadas de reconhecimento facial, socorrendo-se da utilização da webcam para verificação da identidade durante o processo de registo e acesso; alojamento de fotos de forma encriptada; botão de denúncia, fornecendo às crianças uma ferramenta imediata para reportar comportamentos online impróprios; moderadores profissionais que analisam as denúncias e os conteúdos, mantendo o site seguro e apropriado para crianças, chegando mesmo a usar os erros e os enganos dos utilizadores como oportunidades de ensino/aprendizagem; todos as publicações têm de ser analisadas e aprovadas pelos destinatários antes de se tornarem visíveis para terceiros, mitigando de forma eficaz o cyberbullying e ajudando as crianças a terem consciência do que elas e os outros dizem online; regras e políticas anti-bullying com as quais os utilizadores têm de concordar para participar e tolerância-zero para com quem as violar; as crianças só podem ligar-se a outras um ano acima ou abaixo do seu ano de escolaridade, a menos que tais contactos sejam aprovados por um dos pais; os pais participam no processo de registo que exige um cartão de crédito válido.
O YourSphere apresenta-se como uma experiência online vibrante e interactiva para crianças e adolescentes, oferecendo um blog para cada membro, centenas de jogos e um mundo virtual que estimula a partilha de interesses, interacção e sociabilização, concursos, recompensas e um programa de bolsas de estudo. A segurança e a privacidade dos seus utilizadores são uma prioridade para o YouSphere, que se procura reger pela aplicação de salvaguardas que se caracterizam pelo bom senso, focando-se no estímulo de interesses positivos, talentos e aspirações dos seus membros. O YouSphere rege-se pelo princípio de não fazer as crianças mentir quanto à sua idade ao aderirem, obrigando-se à recolha do consentimento parental dos menores de 13 anos, verificando a identidade dos pais e não obrigando as crianças a fornecerem dados pessoais ao aderirem. Protegendo os seus membros, o YouSphere usa a tecnologia e a supervisão de adultos na monitorização da actividade no site, ensina as crianças a estarem seguras online e não tolerando o desrespeito ou assédio. Em resultado, o YouSphere está certificado pela Privacy Vaults Online Safe Harbor da Federal Trade Comission. Artigo de Tito de Morais.

Enfª Silvana Marques

APAV lança campanha contra a violência nas Crianças e Jovens

Janeiro 11, 2012

O Relatório Anual de 2010 do Sistema de Segurança Interna, elaborado a partir dos dados adquiridos no Programa Escola Segura, revela que no Ano lectivo 2009/2010 registaram-se 4713 ocorrências em contexto escolar: 33 em cada 100 ocorrências consistiram em ofensas à integridade física; 27 em furtos, 11 em injúrias e ameaças, sete em situações de roubo e aproximadamente três em ofensas sexuais.

No dia 12 de Janeiro a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima lança a campanha “Corta com a Violência: quem não te respeita não te merece”. O objectivo desta campanha é sensibilizar, em particular os mais jovens, para algumas formas de violência que têm lugar no contexto escola, designadamente o bullying, a violência sexual e a violência no namoro, através de uma abordagem preventiva e simples que não se limita a evidenciar factos mas que é promotora de uma atitude: Quem não me respeita não me merece.

Por outro lado, procurou-se chamar a atenção para formas de violência mais subtis e frequentemente menos valorizadas, não apenas pelos jovens mas também pela comunidade em geral: o gozo, a humilhação e intimidação, os comentários e toques de natureza sexual e as atitudes controladoras nos relacionamentos de namoro. Ainda que usualmente menos graves em termos de impacto físico, sabemos que a utilização e tolerância a estes comportamentos podem preceder a ocorrência de actos de violência mais graves.

A APAV, através da sua rede nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua rede de voluntariado, tem procurado dar visibilidade à violência exercida contra as crianças e os jovens através da sua acção junto dos alunos no seio da comunidade escolar, alertando para as diferentes formas de violência e para a importância de denunciar e pedir ajuda.

http://www.apav.pt/portal/

Enfª Silvana Marques

Medula : a fábrica da vida

Janeiro 9, 2012

Indisciplina na sala de aula: o respeito começa na infância

Janeiro 5, 2012
A indisciplina nas escolas é um assunto complexo. Os exemplos e as relações interpessoais têm muita importância e há pequenos gestos, como desligar a televisão à hora da refeição, que ajudam a desenvolver competências de autocontrolo.
A indisciplina na sala de aula não é um assunto fácil de abordar. Há casos que ultrapassaram os muros das escolas, tornados públicos e comentados até à exaustão. A comunidade escolar sabe que o tema é delicado. Há mais casos ou menos tolerância para a má educação dentro das escolas? Como lidar com o assunto? O que fazer para que as faltas de respeito não se tornem numa rotina? Os exemplos são importantes, as relações interpessoais devem merecer toda a atenção e o desenvolvimento de competências de autocontrolo e autorregulação na infância pode fazer toda a diferença.
Para Maria José Araújo, docente e investigadora da Escola Superior de Educação do Porto, é preciso alguma atenção a abordar ao tema da indisciplina em contexto escolar. “Temos de ter cuidado para não remeter a discussão desta problemática para o contexto da escola pública e, nesta, para o Ensino Básico, achando que a escola pública é o ‘armazém’ de todas as desgraças socais”. Na sua opinião, os casos mais difíceis de resolução não se podem generalizar sob pena de se ser injusto com alunos e professores. “Frequentemente a dificuldade de discutir a questão da disciplina e/ou falta dela na escola é porque se misturam coisas de âmbitos muito diferentes. Misturam-se aspetos legais, sociais, morais, éticos, etc.”, aponta.
A escola, pública ou privada, é o local onde crianças e jovens passam grande parte do seu tempo e é olhada como uma instituição que deve promover a participação e a justiça. E há uma pergunta que, segundo a investigadora, deve ser feita. “A questão que se coloca e como é que os estudantes podem participar ativamente nos processos que lhe dizem respeito?” “Se os alunos não se sentem parte da escola não a respeitam e compete aos professores mostrar o que é o respeito. “Que esforço temos nós, professores, de fazer para ajudar os estudantes a compreender que a escola é, também, deles? Esta é uma questão central.”
A docente lembra que há estudos interessantes à volta do tema, que há resultados que nunca chegam a ser analisados nas escolas, quando a comunidade educativa deveria estar atenta para discutir questões que lhe dizem diretamente respeito. “Os assuntos de interesse para a escola têm de ser discutidos internamente com todos: professores, diretores, funcionários e estudantes.” Por outro lado, Maria José Araújo defende que a intervenção dos pais é fundamental. “Não enquanto ‘proprietários’ dos filhos, mas enquanto cidadãos empenhados, a todos os níveis da vida social, que respeitam os direitos dos seus filhos que estão legitimamente inquietos com o seu presente e também com o futuro imprevisível que os espera.” “É este o esforço que todos temos de fazer.”
Criar cumplicidades O esforço deve começar bem cedo. A psicóloga Paula Monteiro tem visitado vários infantários para conversas com pais sobre o processo de educação dos filhos. A realidade tem-lhe mostrado situações complexas. “Muitas vezes, os pais não estão preparados para lidar com os filhos quando chegam a casa.” Falta de tempo, trabalho na cabeça, paciência esgotada, mil e uma coisas para tratar. Mas a disciplina começa em casa e na primeira infância.
“Há crianças que não têm competências desenvolvidas de autocontrolo, de autorregulação, de socialização, e isso só se consegue através da disciplina”, afirma Paula Monteiro. “É necessário adotar algumas estratégias que permitam desenvolver as competências de autocontrolo”, refere. Há pequenos gestos no dia a dia que ajudam nesse caminho. Nas conversas que vai mantendo nas palestras que dá nos infantários, a psicóloga tem vindo a chamar a atenção para a importância de desligar a televisão na hora das refeições e sentarem-se todos à mesa. Planificar atividades em conjunto, esperar pela sua vez para falar, estabelecer uma hora de ir para a cama, retirar a televisão dos quartos, preparar a mochila na véspera, escolher a roupa que se vai usar no dia seguinte, são alguns dos exemplos que costuma abordar. “É importante otimizar o tempo que se passa com os filhos, criando laços, criando cumplicidades”, diz. E isso, assegura, aumenta o sentido de responsabilidade dos mais pequenos.
Margarida Gaspar de Matos, psicóloga e investigadora da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, aborda o assunto da indisciplina, em primeiro lugar, pelo lado das relações interpessoais. Os exemplos são muito importantes. “Quando os adultos estabelecem uma cultura onde o mais forte é o mais grosseiro e o mais rude, e onde o que grita mais alto é o que aparenta mais poder… enquanto modelos destes cenários abundarem em circuitos públicos, entre adultos, aí começa a ser difícil convencer os jovens a fazer de outro modo”, observa.
Tentar copiar o que se vê é uma prática comum e, segundo a investigadora, as relações interpessoais estão a ser modeladas por “exemplos pouco corteses”, como telenovelas, séries televisivas, videojogos, relações entre políticos. “E este modelo social é passado aos jovens que o adotam como um modo de relação.” Uma realidade que poderia ser repensada. “Esta descortesia e desrespeito pela afabilidade nas relações interpessoais não é apanágio da juventude: os jovens espreitam-na em casa, entre professores, na televisão, na rua, nas lojas e apreendem o ‘estilo’, depois, muitas vezes, quando o usam não tomam a devida distância face aos contextos”, acrescenta.
Segundo Margarida Gaspar de Matos, as pessoas estão mais exigentes nas situações de indisciplina e de bullying nas escolas, mas só ficam assustadas porque, na sua opinião, nem sempre o mediatismo dado aos casos tem sido a estratégia mais adequada para lidar com essas questões. Agressões a professores, indisciplina, má educação na sala de aula são fenómenos diferentes entre si e diferentes do bullying. “A indisciplina está muito associada, por um lado, ao insucesso escolar, ao desinteresse pela escola e à falta de expectativas de futuro e face ao papel da escola e da aprendizagem/escolaridade nesse futuro”, refere. A “tremenda desvalorização do papel do professor” é também um aspeto a ter em conta.
A legislação existe, o problema tem sido a sua concretização. “Em várias questões educativas, as coisas são implementadas sem haver um estudo de necessidade e de viabilidade; as coisas mudam sem serem avaliadas e sem terem tido tempo de dar frutos, e professores e alunos andam confusos com tanta entropia.” E a confusão desmotiva. “Uns professores desmotivam, outros adoecem, outros nem ligam, outros afligem-se de mais. E os alunos, uns lá se vão aguentando, mas muitos não desenvolvem as suas qualidades pessoais e académicas, outros entram em trajetórias alternativas, desviantes e antiescola ou, pelo menos, antiaulas”. Em seu entender, faz falta uma cultura de coesão social e de equidade na diferença e uma competência de regulação das relações interpessoais com normas de cortesia. “Se os adultos fizerem isso, as crianças vão aprender mais depressa do que se forem violentamente admoestadas”, comenta.
Manuela Sousa é professora do 1.º ciclo e, nos seus anos de serviço, não tem tido casos graves de indisciplina. “Mas há alunos com falta de regras básicas de educação que depois se refletem na aprendizagem”, conta. O que se passa em casa tem muita influência, muito peso nesta matéria. E há casos em que os pais e encarregados de educação, quando são chamados às escolas, não aceitam o que lhes é dito. “Os encarregados de educação não aceitam que os filhos tenham dificuldades de aprendizagem. E, por vezes, os alunos têm comportamentos que sabem que serão protegidos pelos pais”, revela.
O que fazer? Restabelecer a autoridade do professor é, na sua opinião, um passo importante para que os casos de indisciplina dentro da sala de aula não aumentem. “Não podemos castigar os alunos. Não podemos pôr um aluno fora da sala. É antipedagógico fazer a mesma coisa mais do que duas vezes”, comenta. Além de relembrar que a figura do professor tem autoridade, Manuela Sousa sugere a realização de campanhas de sensibilização junto de pais e encarregados de educação, que envolvam professores e psicólogos, no sentido de explicar como se educa um filho.Fonte: http://www.educare.pt/  Autora: Sara R. Oliveira

Começa hoje programa para incentivar consumo de fruta nas escolas

Janeiro 3, 2012

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) inicia hoje nas escolas um programa educativo para incentivar o consumo de fruta no lanche escolar nos jardins-de-infância e escolas do primeiro ciclo.

O programa “Heróis da fruta – lanche escolar saudável” começa num colégio do concelho da Amadora, um dos 516 jardins-de-infância e escolas do primeiro ciclo que adeririam à iniciativa de intervenção escolar de âmbito nacional.

O projecto, que vai decorrer ao longo de seis semanas, até 10 de Fevereiro, pretende incentivar as crianças até aos 10 anos a dar importância ao consumo diário de fruta e a adoptar definitivamente este hábito alimentar.

Segundo a Comissão Europeia, Portugal está entre os países da Europa com maior número de crianças com excesso de peso: 32% das crianças entre os 6 e os 8 anos têm excesso de peso e 14% são obesas. O sexo feminino apresenta valores superiores aos do sexo masculino.

O último estudo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre obesidade infantil revela também que mais de 90% das crianças portuguesas come fast-food, doces e bebe refrigerantes, pelo menos quatro vezes por semana. Isto ao mesmo tempo que menos de 1% das crianças bebe água todos os dias e só 2% consome fruta fresca diariamente.

Fonte:http://www.publico.pt/Sociedade/comeca-hoje-programa-para-incentivar-consumo-de-fruta-nas-escolas-1527362

Segundo o recente estudo feito pela turma do 6ºF esta medida faz todo o sentido, embora pelo que observámos na cantina da nossa escola e publicado no artigo “o comportamento alimentar dos alunos no refeitório” , muitos dos alunos não consomem a fruta na refeição escolar.

Esperamos que criando o hábito do consumo de fruta no 1º ciclo, os alunos quando chegarem ao 2º ciclo apresentem outro comportamento alimentar e o nosso estudo apresente números mais positivos.

A equipa de Educação para a Saúde

Para complementar incluímos este artigo indicado pela enfermeira Silvana Marques retirado do seguinte site:

http://www.ifap.min-agricultura.pt/portal/page/portal/ifap_publico/GC_ajudas/GC_vegetais/GC_rfe_R

REGIME DE FRUTA ESCOLAR Ano letivo 2011/2012

REGRAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS

OBJETIVO

Este regime visa a distribuição de frutas e produtos hortícolas, frutas e produtos hortícolas transformados, bananas e produtos derivados às crianças nos estabelecimentos de ensino.

DESTINATÁRIOS

Este regime aplica-se nos estabelecimentos de ensino público aos alunos que frequentam o 1.º ciclo dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas.

PRODUTOS ELEGÍVEIS

Para o ano letivo 2011/2012, na região do CONTINENTE, são elegíveis os seguintes frutos e produtos hortícolas nas relação porção/peso ou unidades/peso apresentadas:

PRODUTOS Peso das unidadesou porções (gramas)

 

Relação unidade/kg    (unid./kg)

Maçã 100-125 8-10 unidades/kg
Pêra 100-125 8-10 unidades/kg
Clementina 72-100 10-14 unidades/kg
Tangerina 72-100 10-14 unidades/kg
Laranja 100-125 8-10 unidades/kg
Banana 70-100 10-14 unidades/kg
Cereja 110-130 -
Uvas 90-110 -
Ameixa 50-63 16-20 unidades/kg
Pêssego 100-125 8-10 unidades/kg
Cenoura 62-90 11-16 unidades/kg
Tomate 90-110 9-11 unidades/kg
Os produtos devem, preferencialmente, obedecer aos regimes públicos de qualidade certificada de produção Integrada, de modo de produção biológico, de denominação de origem protegida, de indicação geográfica protegida ou de protecção integrada.

A aquisição dos produtos não submetidos aos regimes referidos no parágrafo anterior é limitada a 50% dos montantes a aplicar em cada ano letivo na respetiva aquisição.

BENEFICIÁRIOS

Podem requerer a concessão da ajuda:

Estas entidades carecem de aprovação junto do IFAP, a qual depende do respeito pelos compromissos das entidades.

Requerentes aprovados

 COMPROMISSOS DAS ENTIDADES REQUERENTES DE AJUDA

  • Utilizar os produtos financiados pelo do Regime de Fruta Escolar para consumo pelas crianças nos estabelecimentos de ensino para os quais solicitem uma ajuda;
  • Adequar a gestão dos montantes que lhes são afetos com vista a garantir a disponibilização dos produtos do Regime de Fruta Escolar à população alvo, com a frequência e calendarização definidas;
  • Reembolsar as ajudas pagas indevidamente quando se verifique que os produtos em causa não são distribuídos às crianças beneficiárias do Regime de Fruta Escolar ou quando a ajuda é paga para produtos não elegíveis a título do Regime de Fruta Escolar;
  • Pagar, em caso de fraude ou de negligência grave, um montante igual à diferença entre o montante pago inicialmente e o montante a que tenha direito;
  • Disponibilizar os documentos justificativos às autoridades competentes, quando solicitado;
  • Sujeitar a qualquer verificação decidida pelas autoridades competentes, nomeadamente no que respeita ao exame de registos e a inspecções materiais;
  • Manter os registos dos nomes e endereços dos estabelecimentos de ensino, dos produtos e quantidades fornecidos a esses estabelecimentos, bem como dos produtos e quantidades efetivamente consumidos, por aluno;
  • Ajustar a frequência das entregas e das quantidades a distribuir por alteração da disponibilidade orçamental do Regime de Fruta Escolar;
  • Comunicar ao IFAP até 31 de julho, o número de alunos dos estabelecimentos de ensino aderentes, inscritos no ano letivo cessante, após fixação da dotação definitiva de ajuda comunitária prevista no n.º 4 do artigo 4.º do Reg. (CE) n.º 288/2009;
  • Articular com elementos a designar pelos estabelecimentos de ensino, com vista a possibilitar o cumprimento, por estes, do dever de efetiva disponibilização dos produtos.

MEDIDAS DE ACOMPANHAMENTO

Este regime está sujeito à aplicação de uma ou mais das seguintes medidas de acompanhamento que visem promover o consumo de fruta:

  • Organização de visitas a quintas, mercados e centrais hortofrutícolas;
  • Instalação de canteiros nas escolas, para estabelecimento de uma ligação à origem do produto;
  • Fornecimento de materiais didácticos (livros, cadernos de atividades, concursos, jogos, cartões ou fichas técnicas com as designações dos frutos ou hortícolas, CD ROM informativo);
  • Fornecimento de folhetos para as crianças, cativando a sua curiosidade pelo tema;
  • Fornecimento de pequeno saco de sementes para a sementeira da criança;
  • Realização ou visualização pelas crianças de vídeos ou filmes alusivos ao programa;
  • Realização de atividades lúdicas: teatros, danças, canções, poemas, alusivos ao programa;
  • Realização de atividades que dependam e contribuam para o sítio institucional na Internet do Regime de Fruta Escolar;
  • Fornecimento aos professores de livros e outro material didáctico, para ensino às crianças de hábitos de alimentação saudáveis;
  • Atribuição de prémios ou recompensas incentivadores do consumo dos produtos;
  • Iniciativas que visem potenciar o Regime de Fruta Escolar junto dos agregados familiares das crianças.

A aplicação destas medidas, acessíveis a todos os alunos, é obrigatória.

O IFAP define o montante máximo disponível para ajuda às medidas de acompanhamento por estabelecimento de ensino e município, em função do número de alunos do 1º ciclo dos estabelecimentos de ensino publico aderentes, inscritos no ano letivo anterior, após fixação da dotação definitiva de ajuda comunitária comunicando-o às direcções regionais de educação e aos municípios.

Montantes máximos para as medidas de acompanhamento aprovadas

Lista com os montantes previsionais máximos dos requerentes com as medidas de acompanhamento aprovadas: Consultar [pdf: 33 kb, 5 págs.]

MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO

A Direcção-Geral de Saúde monitoriza e avalia o Regime de Fruta Escolar em articulação com a Direcção-Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular, do Ministério da Educação, com o Gabinete de Planeamento e Políticas e com o IFAP, nos termos definidos na Estratégia Nacional [pdf: 380 kb, 38 págs.].

CUSTOS ELEGÍVEIS

No âmbito do Regime de Fruta Escolar, são elegíveis os seguintes custos:

  • Dos produtos elegiveis
  • De aplicação do Regime de Fruta Escolar, relativos às seguintes operações:   – Monitorização e avaliação;   – Comunicação, incluídos os custos do cartaz;   – Implementação das medidas de acompanhamento.

A ajuda respeitante aos custos elegíveis é paga até ao limite do montante fixado anualmente por despacho conjunto dos ministros responsáveis pelos setores da agricultura, da educação e da saúde, considerando o número de alunos indicados pelos estabelecimentos de ensino aderentes, inscritos no ano letivo anterior, uma vez decidida a dotação definitiva da ajuda comunitária prevista no n.º 4 do artigo 4.º do Reg. (CE) n.º 288/2009.

O Despacho n.º 5812/2011 fixa para o ano letivo 2010/2011, a ajuda respeitante aos custos elegíveis que é paga até ao limite total de 2.248.748 €, do qual:

  • 1.348.748 € constitui ajuda comunitária;
  • 900.000 € constitui ajuda nacional, repartida em:
    1. Custos com produtos hortofrutícolas até ao limite de 634.705 €;
    2. Custos com medidas de acompanhamento: 265 295 €.

Os valores dos custos dos produtos referidos anteriormente incluem as despesas de monitotização, avaliação e comunicação, bem como de transporte dos produtos.

O fornecimento gratuito aos estabelecimentos de ensino e os custos com o transporte e distribuição dos produtos faturados em separado conferem o direito ao pagamento das despesas comprovadamente efetuadas com o transporte e distribuição, até ao limite máximo de 3% do custo dos produtos.

Os custos de comunicação são pagos até ao limite do montante não podem exceder 5% do montante da ajuda comunitária atribuída, e não são cumuláveis com outros regimes de ajuda comunitária.

MONTANTE DA AJUDA

  • Distribuição Gratuita<–art 3º nº4 P1242–O montante consignado para distribuição gratuita é de 4.899.371 euros.
  • Medidas de AcompanhamentoO montante consignado para as medidas de acompanhamento é de 265.295 euros.

SUSPENSÃO E REVOGAÇÃO DA APROVAÇÃO

Se se constatar que um requerente da ajuda deixou de satisfazer as condições estabelecidas na legislação em vigor, a aprovação é suspensa por um período de um a doze meses ou é revogada, consoante a gravidade da irregularidade.

Em caso de revogação da aprovação, esta última pode ser restabelecida, a pedido do interessado, depois de decorrido um período mínimo de doze meses.

Fonte:http://www.ifap.min-agricultura.pt/portal/page/portal/ifap_publico/GC_ajudas/GC_vegetais/GC_rfe_R

Estatística do blog – 2011

Janeiro 1, 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um excerto:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 47.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 17 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

FELIZ NATAL

Dezembro 21, 2011

Natal e Feliz Ano Novo

O AMBIENTE E A SAÚDE

Dezembro 16, 2011

Jogar para aprender:

Neste jogo as tuas decisões têm consequências para a Saúde, a jogar também se aprende! clica na imagem, escolhe a Língua Portuguesa e diverte-te aprendendo!

A Equipa de Educação para a Saúde

Prevenção do cancro – sessão de sensibilização

Dezembro 10, 2011

Hoje, dia 9 de Dezembro de 2011, às 8h30 a professora Ana Amorim, fez uma sessão informativa sobre a “PREVENÇÃO DO CANCRO” à turma do 6º A, na sala LD da Escola Básica nº2 de Anadia.

 

A professora começou por nos perguntar o que era o cancro, mas não teve muito sucesso por parte dos alunos, o que significa que esta sessão faz todo o sentido, uma vez que os alunos não mostraram conhecimentos sobre o assunto.

Começou a apresentação com um PowerPoint a comparar as nossas células com os materiais de uma casa, ou seja, a casa era o nosso organismo e cada material de construção são as nossas células especializadas numa determinada função.

De seguida, a professora mostrou-nos o esquema da constituição de uma célula, destacando a função do núcleo, que manda mensagens, ou seja, dá as ordens. Se nessa comunicação houver um erro, começam a formar-se células anormais, que no seu conjunto formam um tumor que pode ser benigno ou maligno.

Informou ainda, que um cancro localizado num determinado órgão, pode espalhar-se através de células cancerígenas (metástases). Daí explicou o significado do símbolo da LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO.

De seguida foram analisados os diferentes fatores que provocam o cancro:

- Envelhecimento;

- Tabaco;

- Radiações solares;

- Produtos químicos/poluição;

- Álcool;

- Dieta desequilibrada;

- Falta de exercício;

-Excesso de peso.

- História da família.

Além dos fatores, mostrou também imagens de órgãos com cancro, o que causou impacto nos alunos. Aproveitou também para alertar para os efeitos do tabaco, como por exemplo:

- em cada 10 pessoas com cancro nos pulmões, 8 são fumadoras;

- em cada 8 fumadores passivos, 1 tem cancro no pulmão.

Ainda bem que fizemos o trabalho da “garrafa fumadora”, estando já sensibilizados com as doenças provocadas pelo tabaco e as 4000 substâncias que possui, algumas delas cancerígenas.

 Autoras do texto: Carolina Oliveira, Carlota Oliveira, Beatriz Caiado e Joana Matias – GPS alunos

Uma pequena explicação sobre a minha presença na escola

A Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Centro (LPCC-NRC) em colaboração com a Direcção Regional de Educação do Centro, está a desenvolver um projecto de Formação e Educação, que se traduz em acções de formação dedicadas ao tema Cancro: Sensibilização e Prevenção, dirigidas a professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário das escolas da Zona Centro. Com esta iniciativa pretende habilitar os professores a abordar a temática do cancro em contexto escolar, apoiando, deste modo, a construção de escolas promotoras da saúde

Frequentei o Curso de Formação de Professores em Oncologia “Cancro: Sensibilização e Prevenção”, que decorreu no dia 12 de Outubro de 2011 na Escola Secundária de José Estêvão, em Aveiro.

Embora esteja reformada desde Agosto, continuo ligada ao Projecto de Educação para a Saúde do Agrupamento e a colaborar no Gabinete de informação e apoio ao aluno e acredito que a prevenção da doença oncológica deve começar numa idade precoce e manter-se ao longo de toda a idade escolar. Devemos actuar ao nível da promoção da saúde e na defesa de estilos de vida saudáveis.

Educação para a Saúde sobre Cancro nas Escolas – porquê?

O cancro é a segunda principal causa de morte nos países desenvolvidos e encontra-se entre as três principais causas de morte nos países em vias de desenvolvimento. A sua incidência continua a aumentar de ano para ano, particularmente nos países em vias de desenvolvimento, sendo que, pelo menos, cerca de 7 milhões de pessoas morrem de cancro anualmente. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 40% de todos os cancros podem ser prevenidos e outros podem ser detectados numa fase precoce do seu desenvolvimento, tratados e curados. Neste sentido, torna-se necessário aplicar o conhecimento existente e implementar acções no âmbito do seu controlo, por forma a tornar realidade esta verdade.
As áreas de promoção da saúde e da prevenção da doença oncológica são, portanto, consideradas prioritárias, pelo que, é dada especial atenção aos esforços de educação para a saúde e, neste contexto, às iniciativas colectivas capazes de facilitar as opções individuais por estilos de vida mais saudáveis.
Embora o campo de acção da Educação para a Saúde seja toda a comunidade, considera-se primordial que seja junto dos alunos que esta acção mais se faça sentir. Neste contexto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a construção de escolas promotoras da saúde como o modelo actual mais válido para promover a saúde e a educação para a saúde dos alunos.
Os esforços de prevenção do cancro deverão, assim, começar numa idade precoce e manter-se ao longo de toda a idade escolar, integrando o ensino básico, secundário e universitário. O Plano Nacional de Prevenção e Controlo das Doenças Oncológicas 2007-2010 (PNPCDO 2007-2010) refere mesmo que o ensino deve ser encarado genericamente como uma oportunidade de educação para a saúde, tanto nos seus diferentes ciclos como no que o caracteriza enquanto processo conducente a títulos ou habilitações. Deste modo, valoriza um ensino que, desde as fases iniciais, se preocupe com a promoção da saúde, a compreensão das vantagens dos estilos de vida saudáveis e a aprendizagem entre pares.

Professora  Ana Amorim

Infertilidade humana e reprodução assistida

Dezembro 8, 2011

Introdução

Este trabalho visa focar técnicas de reprodução assistida que trazem uma nova esperança a casais que são incapazes de conceber um filho naturalmente.

A infertilidade pode ser definida como a incapacidade de conceber um filho, após um ano de tentativas sexuais sem a utilização de métodos contraceptivos.

Com o contínuo aperfeiçoamento dos métodos de tratamento, bem como o aparecimento de novas técnicas mais sofisticadas e o desenvolvimento crescente de clínicas e organizações criadas propositadamente para auxiliar casais inférteis, esta doença que desde sempre afectou casais em todo o mundo, tem tido, hoje em dia, resultados francamente satisfatórios e animadores.

Infertilidade Humana

Casal Infértil

O casal infértil é aquele que, com mais de um ano de relações sexuais desprotegidas (sem uso de método anticoncepcional) e frequentes, não conseguiu engravidar.

Incidência

Dez a 20% da população de casais têm problemas para procriar. A incidência de infertilidade é directamente proporcional a idade da mulher.

Ao contrário do que se acreditava no passado, infertilidade não é um problema exclusivo da mulher, sendo iguais as percentagens de causas de infertilidade masculina e feminina.

Grau

A infertilidade pode ser primária ou secundária:

Infertilidade Primária: O casal nunca engravidou antes.

Infertilidade Secundária: O casal já teve uma gestação anterior.

Causas de Infertilidade

Muitos factores influenciam a fertilidade de um casal: idade do homem, idade da mulher, frequência e técnica do coito, uso de lubrificantes vaginais, passado de doenças sexualmente transmissíveis, exposição a produtos tóxicos ambientais ou a certos medicamentos, coexistência de algumas doenças, várias causas específicas de infertilidade e outras tantas desconhecidas.

Os exames realizados no casal identificam as principais causas de infertilidade. Das causas de infertilidade, 30% são de causa masculina, 30% de causa feminina, 30% são de causa feminina e masculina e 10% de causas indeterminadas. Em 30% dos casos ambos os membros do casal têm problemas.

Após identificadas as causas será proposto ao casal um plano de tratamento.

Homem:

- Diminuição do número de espermatozóides.

- Pouca mobilidade dos espermatozóides.

- Espermatozóides anormais.

- Ausência da produção de espermatozóides.

- Vasectomia.

- Dificuldades na relação sexual.

Mulher:

- Distúrbios hormonais que impeçam ou dificultem o crescimento e a libertação do Oócito II (ovulação);

- Síndrome de Ovários Policisticos ;

- Problemas nas trompas ou tubas uterinas provocados por infecções, cirurgias;

- Endometriose.

- Laqueação das trompas.

- Muco cervical que impede a passagem dos espermatozóides.

Fig. 1 – Gráfico de Causas de Infertilidade

A Transferência Intratubárica de Gâmetas (GIFT)

A transferência intratubárica de gâmetas (GIFT), consiste na recolha dos óvulos da mulher através de laparoscopia, exame endoscópico da cavidade abdominal através de uma pequena incisão na parede do abdómen, ao mesmo tempo que se recolhe o esperma do homem.

Na mesma operação, colocam-se ambos os gâmetas numa cânula especial, devidamente preparados, introduzindo-os em cada uma das trompas de Falópio, lugar onde se produz naturalmente a fertilização (fertilização in vivo). Se tudo correr normalmente, os espermatozóides penetram em um ou mais oócitos II, formando-se os zigotos. Este descerá dentro das trompas até ao útero, de maneira que a concepção dar-se-á integralmente no corpo da mulher.

O grande problema é a baixa percentagem de êxito desta técnica, figurando entre 35 a 40 %. Outro problema, comum às técnicas que não se restringem a métodos físicos, é a grande possibilidade de concepção de gémeos. Isso  explica-se pelo facto de, ao se utilizar esse método de reprodução artificial, recolherem-se vários óvulos, para se garantir alguma margem de sucesso.

Fig. 2 – Fecundação in vivo

 

Fig. 3 – Esquematização da técnica GIFT

A Transferência Intratubárica de Zigotos (ZIFT)

Por meio da transferência intratubárica de zigotos (ZIFT), ambos os tipos de gâmetas são postos em contacto, in vitro, em condições apropriadas para a sua fusão. O zigoto ou zigotos resultantes são transferidos para o interior das Trompas de Falópio.

A grande diferença da ZIFT em relação à GIFT é que, na primeira, a fecundação se realiza fora do corpo da mulher, enquanto na segunda, o encontro do oócito com o espermatozóide, formando o embrião, ocorre nas trompas.

A ZIFT possui as mesmas restrições apresentadas pela GIFT, ou seja, baixa percentagem de êxito e sobra de vários zigotos não colocados no corpo da mulher. Esses zigotos são conservados congelados até que o casal decida o que fazer com eles,  o que levanta problemas éticos e morais. 

Fig. 4 – Esquematização da técnica ZIFT

ICSI (Injecção Intracitoplasmática de Espermatozóides)

Hoje é a melhor técnica de tratamento da infertilidade atingindo até 60% de êxito em mulheres com menos de 35 anos. Esta técnica também permite uma esperança para homens que nunca teriam a possibilidade de ter filhos. Os espermatozóides são obtidos através de colheita natural ou aspiração do epidídimo ou extraído do testículo. Estes espermatozóides são injetados diretamente dentro do óvulo e os embriões são implantados no útero através das mesmas técnicas da fertilização in vitro (IVF-ET).

Fig. 5 – Ilustração elucidativa da técnica ICSI 

Fig. 6 – Fotografia de Injecção Intracitoplasmática de Espermatozóide

Conclusão

Concluímos com a execução deste trabalho que existem vários métodos de reprodução assistida que tornam possível a concepção em casais inférteis.

Especificando, o GIFT é um bom método de reprodução assistida a vários níveis. Economicamente, revela-se relativamente acessível a todos os casais. Enquanto técnica de concepção, permite a gravidez em caso de vasectomia, muco cervical muito espesso, baixa contagem de espermatozóides, anomalias, etc. Concluindo, é uma técnica que contorna tanto causas de infertilidade masculinas como femininas.

No caso do ZIFT, aplica-se a mulheres com as trompas laqueadas ou em caso de disfunção hormonal e por conseguinte incapacidade de despoletar a ovulação. Analisando mais a fundo, conclui-se que esta é uma técnica mais usada para colmatar casos de infertilidade feminina.

O ICSI é usado em casos especialmente de infertilidade masculina, tais como:

- Baixa contagem de espermatozóides.

- Débil mobilidade dos espermatozóides.

- Espermatozóides anormais.

Geralmente a obtenção de espermatozóides para a utilização desta técnica é feita por via cirúrgica.

Bibliografia

http://guiadobebe.uol.com.br/planej/infertilidade_masculina.htm

http://www.geocities.com/CollegePark/Lab/7698/bio1.htm

http://joaogil.planetaclix.pt/ps01.htm

http://www.abdelmassih.com.br/_infertilidade.php

Trabalho realizado por André Vechina, João Cardoso, Nuno Maranhão e Tiago Palmela – 12º ano – ESGN

Um dos métodos é a ICSI – Injeção intra citoplásmica de espermatozóides:

O que é a epilepsia?

Dezembro 6, 2011

Fonte: http://www.neuropediatria.pt/pais/a_epilepsia.pdf

Enfª Carmen Santos

Dia Mundial de Luta Contra a SIDA

Dezembro 1, 2011

 Sobre o VIH/SIDA

 Clica na imagem

Liga Portuguesa Contra a Sida


É importante continuar a prevenir!

Apostar no diagnóstico precoce, tratamento universal porque ainda não existe cura, nem vacina!

A SIDA é um problema de saúde pública … temos TODOS vindo a fazer um caminho … mas o caminho não está completo e por isso, seria um retrocesso fatal se agora cruzassemos os braços!

A Liga Portuguesa Contra a Sida (LPCS) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, de Utilidade Pública, sem fins lucrativos, fundada em 1990 e reconhecida também como uma ONGD, a mais antiga Instituição nesta área, que tem mantido e desenvolvido um conjunto de acções numa perspectiva de apoio integrado às pessoas infectadas e afectadas pelo HIV/SIDA.   Nestas acções incluem-se dois Centros de Atendimento de Apoio Integrado, um em Lisboa e outro em Odivelas, com apoios Psicológico, Social, Jurídico, Nutricional, Hospitalar, assim como Grupos de Inter-Ajuda, Linha SOS SIDA, Formação, Voluntariado e um conjunto de outros serviços inerentes às actividades desenvolvidas, sendo disponibilizados de forma totalmente gratuita e estritamente confidencial a todos os utentes/doentes.
clica na imagem
Para testar os teus conhecimentos:
Soluções
Soluções
Fonte:  http://penha-corvos.blogspot.com
A equipa de Educação para a Saúde

Dia Internacional para a Erradicação da Violência contra a Mulher

Novembro 24, 2011

No dia 25 de Novembro decorreu nas escolas nº 2 de Vilarinho, na de Anadia e na Secundária uma atividade que visava alertar e sensibilizar a comunidade escolar, para uma realidade que nos parece distante, mas, se observármos com atenção pode estar mesmo ao nosso lado, a VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES!

Infelizmente, foi necessário instituir pela ONU este dia de alerta em 1999. Pelos números que todos os dias vemos na comunicação social, é cada vez mais urgente sensibilizar e alertar todos para a importância da denúncia, não podemos ficar indiferentes.

Assim em cada escola foi criado um painel com as mãos pintadas daqueles que desta forma queriam dizer:

 NÃO À VIOLÊNCIA!!                             STOP À VIOLÊNCIA!!!

Na escola de Vilarinho com a colaboração da Formação Cívica fizeram-se cartazes e uma primeira abordagem ao tema:

Durante o processo a colaboração individual foi importante…

E o resultado final, estão de parabéns!

Apresentamos um trabalho de alunas da escola nº2 de Vilarinho acerca deste tema preocupante:

Na escola básica nº2 de Anadia a atividade também correu bem, de assinalar a colaboração da nossa funcionária administrativa Henriqueta que elaborou e cedeu algum material para a exposição.

Como por exemplo estes cartazes:

E o nosso trabalho final ficou assim!

E este foi o nosso processo:

E na Escola Secundária também colaboraram, eis o trabalho realizado:

CHI KUNG

Novembro 22, 2011

Uma atividade do Projeto de Educação para a Saúde para todos os que queiram praticar. Nestes tempos de stress é essencial ter alguns momentos de relaxamento e dedicados ao nosso bem estar, deixando a crise e outros problemas por alguns momentos. No final da aula, concerteza terão outra disposição e energia para os enfrentar e resolver. Usufruam desta oportunidade! esta prática melhora o bem estar físico e mental!

A Equipa de Educação para a Saúde

PASSE – Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar

Novembro 20, 2011

O PASSE – Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar é um programa da ARS Norte, desenvolvido pelo Departamento de Saúde Pública em parceria com a Direção Regional de Educação do Norte.

O PASSE, é um projeto de sucesso, tendo, inclusivamente, vencido o Nutrition Awards 2011, na categoria de Saúde Pública.

Produziu alguns materiais pedagógicos (livros ilustrados, videojogos, etc) muito interessantes e adequados a várias faixas etárias.

Para saberem tudo sobre o Programa consultem: http://www.passe.com.pt/abrir/inicio

Gosto muito de… fruta!

Gosto muito de… sopas e saladas coloridas!

Equipa de Educação para a Saúde

DIA DO NÃO FUMADOR

Novembro 17, 2011

Experiência realizada pelos alunos do 6ºA, a garrafa fumadora, teve como objetivo compreender os malefícios do tabaco no organismo humano comparando a garrafa fumadora e o sistema respiratório.

Material utilizado:

  • garrafa de plástico de 1.5 L com tampa
  •   tubo de borracha com 10 cm
  •  fósforos
  •  2 bolas de algodão
  •  1 tina de vidro
  •   3 cigarros
  •  água
  •  máscaras
  •  1 caixa de Petri
  •  1 vareta de vidro
  •  plasticina

Procedimento:

- Perfurar a tampa e o fundo da garrafa.

-  Inserir o tubo de borracha na tampa e ajustar com plasticina.

-  Colocar uma bola de algodão na extremidade do tubo que ficará no interior da garrafa. Na outra extremidade colocar um cigarro.

- Encher a garrafa com água, tapando o furo do fundo com um dedo.
- Colocar cuidadosamente a tampa na garrafa, com o cigarro para o exterior e o algodão para o interior da garrafa.

- Sem tirar o dedo do fundo da garrafa, colocá-la com o furo voltado para a tina a uma altura de 10 cm do fundo.

- Colocar as máscaras.

- Acender com um fósforo o cigarro (queimar a ponta do cigarro)

- Quando todo o cigarro estiver consumido, apagar o cigarro na caixa de Petri

- Sem retirar o algodão repetir o procedimento mais duas vezes (com mais dois cigarros).

- Retirar o algodão e observar.

O fumo percorre o tubo e atravessa o algodão, acumulando-se dentro da garrafa.

O algodão apresenta-se amarelo escuro. O fumo do tabaco é constituído por duas componentes uma com partículas sólidas e a outra forma gasosa. No algodão depositam-se as partículas sólidas do fumo, constituída por alcatrão e nicotina. Assim, pensamos que nos pulmões dos fumadores o tecido pulmonar deve ser negro, devido à deposição de nicotina e alcatrão.

Correspondência entre a garrafa e o os órgãos:

“Garrafa Fumadora”        Organismo Humano
Garrafa        Organismo
Água        Sangue
Ponta exterior do tubo de borracha        Boca
Resto do tubo de borracha        Traqueia
Algodão        Pulmões (alvéolos)
Pressão da água a sair do fundo da garrafa        Movimento do diafragma

COM O FUMO NÃO SE BRINCA,

COM O TABACO TAMBÉM NÃO!

O FUMO POLUI O AMBIENTE

E O TABACO O CORAÇÃO!

Se te queres manter aceso, apaga o cigarro.

Resistir é um ato de coragem, de amor à vida!

O DIA 17 DE NOVEMBRO

 TEM VALOR

POR SER O DIA MUNDIAL

DO NÃO FUMADOR.

……………………………………………………………………………………..

SE AINDA NÃO FUMASTE

NISSO DEVES TER PRAZER,

PORQUE TE TORNASTE

UM EXEMPLO A VALER.

……………………………………………………………………………………..

O CIGARRO É UMA DROGA,

AGRADÁVEL NO INÍCIO.

MAS O PERIGO DA “PROVA”

É FICARES COM O VÍCIO.

……………………………………………………………………………………..

SE JÁ FOSTE FUMADOR

E ESSE VÍCIO JÁ NÃO TENS

DEVES ESTAR ORGULHOSO

 TE DAMOS OS PARABÉNS!

 

Trabalho realizado pelos alunos do 6ºA

Programa “+Contigo”

Novembro 15, 2011

Ação de sensibilização para professores – Educação Sexual

Novembro 13, 2011

No passado dia cinco de novembro, tive a oportunidade de estar presente numa Ação de Formação subordinada ao tema: “Educação Sexualem Meio Escolar”, a cargo da Doutora Iolanda Duarte e que está de parabéns pela forma como orientou esta sessão de trabalho, tendo de facto despertado um grande entusiasmo por parte dos presentes.

A ação não teve por base a exposição de informação, mas antes um diálogo em aberto, em que os vários participantes acabaram por relembrar alguns momentos da sua infância e adolescência, no que concerne aos afetos e aos valores incutidos pela família, chegando-se assim à conclusão de que, nos dias de hoje, muitos dos problemas vividos pelos nossos jovens resultam do pouco acompanhamento/ orientação por parte dos pais.

Apesar do tema ser “Educação Sexualem Meio Escolar”, saliente-se que o ponto principal da questão é trabalhar junto dos nossos jovens /adolescentes os afetos e a partir daí, a questão da sexualidade.

Os nossos jovens encontram-se ainda em “construção” e, ao longo da ação, foram vários os momentos de reflexão, no sentido de como é que deveremos abordar determinados assuntos ligados ao projeto que tem de ser implementado nas nossas escolas. Houve assim a oportunidade de esclarecermos algumas dúvidas e foram-nos dadas algumas orientações de como deveremos planear o nosso trabalho nos Conselhos de Turma assim como deveremos reagir, quando nos são colocadas determinadas questões pelos adolescentes. Não podemos “fugir” a elas. Devemos sim saber ouvir os nossos jovens e levá-los a refletir sobre as situações em causa, porque é importante que eles se sintam conscientes das suas atitudes e, à medida que o tempo vai passando, se tornem cada vez mais autónomos e responsáveis pelas suas opções.

Apesar da ação ter decorrido numa manhã de sábado, pois também nós, professores, temos a nossa família, foi um momento muito produtivo para mim, quer no papel de docente, quer no de mãe.

Profª Sara Castela

Equipa de Educação para a Saúde

O comportamento alimentar dos alunos no refeitório

Novembro 10, 2011

No âmbito do Projecto de Educação para a Saúde, a professora Licínia Simões de Formação Cívica propôs o estudo do comportamento alimentar dos alunos no refeitório. No dia 27 de Outubro, entre as 12h. e as 13.30, na cantina da E.B. nº2 de Anadia, os alunos do 6ºF com a ajuda da professora fizeram a recolha de dados.

A recolha visou vários aspectos, nomeadamente, contabilizar os alunos que levavam no tabuleiro a refeição completa, os que não levavam sopa, os que não levavam fruta, os que não levavam salada, etc.

A refeição completa é composta por sopa, pão, fruta, salada e arroz com omolete de legumes.

Ficámos surpreendidos com as refeições da maioria dos alunos, uns não levavam a sopa, outros não levavam salada, outros não levavam fruta, mas alguns só levavam duas sopas outros só arroz e o pior um aluno só levava uma sopa. Ao todo analisámos 314 refeições, agora reparem no seguinte gráfico:

Mas ficámos ainda mais surpreendidos com a entrega dos tabuleiros após a refeição, ou seja, alguns pratos quase intactos a sopa por comer, os alunos comeram muito pouco da refeição.

Concluímos que os alunos não estão a fazer uma alimentação equilibrada como aprendemos na aula de Ciências da Natureza com a ajuda da roda dos alimentos:

Para ajudar deixamos as orientações para  uma alimentação saudável:

  •  completa – comer alimentos de cada grupo e beber água  diariamente;
  •  equilibrada – comer maior quantidade de alimentos  pertencentes aos grupos de maior dimensão e menor quantidade dos que se  encontram nos grupos de menor dimensão, de forma a ingerir o número de  porções recomendado;
  •  variada – comer alimentos diferentes dentro de cada grupo  variando diariamente, semanalmente e nas diferentes épocas do ano.
  •  e adequada – deve ter em conta aspectos como a profissão, a  idade, o sexo de cada indivíduo.

Trabalho realizado pelos alunos do 6º F

Atchim – o lado divertido da gripe!

Novembro 4, 2011

Em tempo de gripes, a jogar também aprendes a prevenir-te dos vírus! Escolhe o jogo e diverte-te!

CAÇA PALAVRAS

JOGO DOS PARES

PUZZLEMANIA

TOC´A A VACINAR

HÁ VÍRUS NA ESTRADA


FORMAS EM LINHA

Fonte: http://gripeinfantil.dgsaude.min-saude.pt/ (Enfª Silvana Marques)

Champimóvel em Anadia

Novembro 2, 2011

Este é o CHAMPI

Durante alguns dias e até ao dia 31 de Outubro os alunos visitaram o Champimóvel estacionado junto à Biblioteca Municipal de Anadia. Ao percorrer o país o Champimóvel tem dois objetivos, dar a conhecer a Fundação de Champalimaud e motivar os alunos para serem futuros investigadores. Quem sabe se destes visitantes não sairá um investigador? alguns investigadores jovens de Anadia trabalham neste momento em Portugal e no estrangeiro.

“Pela primeira vez, as crianças da Península Ibérica têm a oportunidade de fazer uma viagem inédita, uma excursão interactiva através do corpo humano. É uma experiência única! O “Champimóvel” da Fundação de Champalimaud é uma experiência tri-dimensional, interactiva e móvel com base num filme que transporta tecnologia de ponta cientifica-médica para o coração e a mente  das crianças com idades entre os 9 aos 14 anos. O anfitrião desta viagem, o”Champi”, guia o espectador através do corpo humano a fim de testemunhar os problemas mais relevantes e mais contemporâneos na ciência médica tais como as células estaminais , nanotecnologias, DNA e a terapia genética. O Champimóvel é um dos conceitos  mais originais da ciência educativa e despertará a curiosidade científica em milhares de jovens. Como experiência tri-dimensional e interactiva, os estudantes imergem no funcionamento do corpo humano ao  nível microscópico. A sua descoberta dos temas científicos subjacentes é feita de forma natural e agradável. Além disso, sendo uma exposição itinerante, o Champimóvel permite levar a ciência até às crianças, independentemente da área da sua escola ou de onde vivem A ciência é para todos e a Fundação  Champalimaud proporciona esta fantástica aventura percorrendo Portugal e Espanha. As crianças portuguesas tiveram seu primeiro contacto com o Champimóvel em 10 de Abril 2008 durante a sua inauguração em Lisboa. Durante esta sessão inaugural, acompanhada por membros do  Conselho de Administração da Fundação,  trinta e cinco crianças da área de Lisboa experimentaram a fantástica sensação de viajar através do corpo humano com o Champimóvel. Nesta ocasião foi também assinado um acordo entre a Fundação  Champalimaud e o Ministério da Educação que permite o acesso do Champimóvel a todas as escolas de Portugal. Depois do lançamento em Lisboa, o Champimóvel partirá para o distrito de Vila Real onde começará  a sua excursão pelas escolas de todo o país.”


Fonte: http://www.fchampalimaud.org

A indisciplina nas escolas vista pelo filósofo Fernando Savater

Outubro 27, 2011

 

Fernando Savater, escritor e filósofo espanhol, catedrático de Ética na Universidade do País Basco, reuniu com especialistas da educação, em Espanha, e concluiram que o aumento da violência nas escolas reflete a crise de autoridade familiar.

Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo fato de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores.
Os participantes no encontro ‘Família e Escola: um espaço de convivência’, dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.

‘As crianças não encontram em casa a figura de autoridade’, que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.

‘As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa’, sublinhou.

Para Savater, os pais continuam ‘a não querer assumir qualquer autoridade’, preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos ‘seja alegre’ e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores.

No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, ‘são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os’, acusa.

‘O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar’, sublinha.

Há professores que são ‘vítimas nas mãos dos alunos’.

Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que ‘ao pagar uma escola’ deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão ‘psicologicamente esgotados’ e que se transformam ‘em autênticas vítimas nas mãos dos alunos’.

A liberdade, afirma, ‘exige uma componente de disciplina’ que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade.

‘A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara’, afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, ‘uma oportunidade e um privilégio’.

‘Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina’, frisa Fernando Savater.

Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que ‘têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos’.

‘Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia’, afirmou.

Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que ‘mais vale dar uma palmada, no momento certo’ do que permitir as situações que depois se criam.

Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres.

Fonte: pesquisa no Google (Enfª Silvana Marques)

II Mostra de Sopas do Agrupamento de Escolas de Anadia

Outubro 18, 2011

A SOPA

Sopa ou Caldo, tem um lugar especial na cozinha lusitana, quer pela importância do prato em si quer pelo significado que o mesmo ocupa nas diversas regiões de Portugal. Pesquisadores diversos consideram a sopa como o prato mais antigo do mundo, anterior inclusive ao assado de carnes, pois há indícios dessa refeição antes mesmo da descoberta do fogo. Os ingredientes da sopa são tão variados quanto as mais diversas culinárias, podendo incluir vegetais (batata, cebola, couve, cenoura, etc.), carnes ou peixes e mariscos. Os nutricionistas aconselham, em geral, a ingestão diária de sopa para um regime alimentar equilibrado. A maior parte das sopas é de baixo custo, de confeção simples, e de digestão fácil -contendo vitaminas e hidratos de carbono. A ingestão de sopa auxilia nos regimes alimentares de controlo de peso e é uma forma fácil de assegurar que crianças pequenas e idosos ingerem produtos hortícolas e água. Em Portugal a sopa ainda ocupa um lugar de grande importância à mesa.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou o tema para o Dia Mundial da Alimentação, que acontece todos os anos no dia 16 de outubro. O tema é “Preço dos alimentos – da crise à estabilidade “.

Principais Objetivos do Dia Mundial da Alimentação:

- Desenvolver medidas para combater a fome e sensibilizar as pessoas para adoção das mesmas;
-  Sensibilizar as pessoas para necessidade da produção agrícola e estimular os apoios nacionais, bilaterais, multilaterais e não-governamentais para este fim;
-  Ajudar no desenvolvimento de novas tecnologias em países subdesenvolvidos;

-  Sensibilizar todos os países para importância da ajuda nacional e internacional na luta contra a fome, subnutrição e pobreza;

- Estimular participação da população rural nas decisões e atividades que influenciam as suas condições de vida.

“Preços dos alimentos: da crise à estabilidade”
foi o tema escolhido do Dia Mundial da Alimentação deste ano para provocar a reflexão sobre as causas da alteração dos preços e a importância da adoção de medidas estruturais que alterem esta situação, que traz vulnerabilidade ao sistema alimentar global. De acordo com o Banco Mundial, entre 2010 e 2011 os aumentos dos preços dos alimentos deixou quase 70 milhões de pessoas em pobreza extrema.
A insegurança alimentar e nutricional não resulta apenas da desnutrição por escassez ou falta de alimentos. Há também um aumento de doenças resultantes da presença de produtos tóxicos nos alimentos, além das altas taxas de excesso de peso e obesidade que preocupam e requerem medidas consistentes de rever a curto e médio prazo.

Os dados mostram que há um número crescente de vítimas de ambas as formas de insegurança alimentar e nutricional. Esta situação tem estreita relação com o modelo de produção agrícola que concentra terra, renda, tecnologias, patentes das sementes e medicamentos. Ou seja, as cinco ou seis principais empresas multinacionais que produzem e controlam as sementes transgénicas, os agrotóxicos e agroquímicos nocivos à saúde humana são as mesmas que controlam a indústria de medicamentos para “curar” os efeitos de seus danos, alimentando este círculo vicioso.

Atualmente, vivemos sob a pressão das crises económica, alimentar, climática e energética. Estas crises requerem discussões que apontem soluções articuladas entre si, com alternativas de soberania e segurança alimentar e nutricional que respeitem a realidade de cada povo e região.

Portanto, aproveitemos para refletir sobre a importância de fazermos a nossa parte nas
mobilizações e lutas locais e mundiais pela efetivação do direito humano à alimentação adequada e saudável como um direito humano e um requisito fundamental para viver com dignidade.

Fonte: Correio do Minho, 16 de outubro 2011

Em simultâneo comemorou-se o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza e a Exclusão Social. As docentes Sara Castela, Ana Isabel, Isabel Vitorino, Licínia Vieira, Helena Cravo, Maria José Cavaleiro, Teresa Paula Rodrigues e Licínia Simões, lançaram o apelo de assinalar este Dia Internacional, numa tentativa de fomentar o espírito de partilha da nossa comunidade escolar, tendo entre outras atividades e em articulação com o PES construído uma “Roda dos Alimentos Solidária” para recolha de bens alimentares num gesto de partilha para com a comunidade escolar carenciada.

A Escola Básica nº2 de Anadia participou na 2ª edição da MOSTRA DE SOPAS e foi grande a adesão por parte dos Encarregados de Educação, tendo contribuído com uma grande variedade de sopas (27 sopas). Esta atividade atraiu muitos alunos bem como Encarregados de Educação e seus familiares, tendo degustado as diversas sopas, acompanhadas pela estaladiça broa feita em forno de lenha, oferecida pelo Sr. Francisco Ramos da Padaria Estrela de Anadia. Os docentes, por sua vez, também não resistiram a estas iguarias e fizeram-se notar pela sua presença.

MOSTRA DE SOPAS NA ESCOLA BÁSICA

Também na Escola Secundária de Anadia houve 20 sopas para degustação de alunos, encarregados de educação, pessoal não docente e professores. Na Escola de Vilarinho, veterana nesta atividade houve 31 sopas muito variadas incluindo a “Sopa do Nada”, alertando para a fome que atinge grande parte da população mundial. Nestas duas escolas houve uma Mostra de produtos biológicos no âmbito das ECO-ESCOLAS.

A equipa de Educação para a Saúde agradece especialmente às assistentes operacionais dos refeitórios da Secundária e de Vilarinho assim como ao pessoal da empresa do refeitório da Básica pela colaboração prestada nesta atividade.

MOSTRA DE SOPAS NA E. SECUNDÁRIA

Assim se cumpriu a “V mostra de sopas” na Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro, “II mostra de sopas” a nível de agrupamento, realizando-se esta atividade simultaneamente nas Escolas, Básica nº 2 e Secundária de Anadia. As turmas apresentaram sopas, confecionadas pelos encarregados de educação e servidas por eles próprios. Nalguns casos foram o alunos que se encarregaram do “serviço de mesa” e os melhores divulgadores deste alimento tão saudável:
“- Venha cá, não quer comer desta? É muito boa!!!!”.
Panelas de todos os tamanhos, sopas de todo o género (para variados gostos), muitos “clientes”, uma hora de almoço, entre as 12.30 e as 14 horas, muito movimentada. (Fonte: O Sabichão-BE Vilarinho)

MOSTRA DE SOPAS NA ESCOLA DE VILARINHO

A Equipa de Educação para a Saúde

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO 2011

Outubro 8, 2011

Aqui fica uma sugestão:

Guião de Educação Género e Cidadania

Outubro 6, 2011

O livro da família

Setembro 30, 2011

Não faz mal ser diferente!

Setembro 24, 2011

Para onde foi o Zezinho?…

Setembro 18, 2011

A mamã pôs um ovo!

Setembro 11, 2011

Cyberbullying … previne-te!

Setembro 4, 2011

BOAS FÉRIAS

Agosto 20, 2011

Boas Férias

Alimentação saudável, faça mais pela sua saúde

Julho 23, 2011

A criança e a diabetes: Aqui aprendes a comer

Julho 8, 2011

Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno

Junho 27, 2011

GABINETES DE SAÚDE NA ESCOLA

Local Habitual e à Hora Combinada

Integrado no Projecto de Educação para a Saúde do Agrupamento de Escolas de Anadia, decorreu durante o ano lectivo 2010/2011 a participação da equipa da Unidade Cuidados Comunidade (UCC) do Centro de Saúde de Anadia, da qual contamos com a participação de 4 enfermeiros, nomeadamente, Cármen Santos, Francisco Baptista, Sandra Marques e Silvana Marques; nos Gabinetes de Saúde existentes na EB 2,3 Anadia, EB 2,3 Vilarinho do Bairro e Secundária.

Julgo que podemos fazer um balanço positivo da articulação que houve entre a Saúde e a Educação do Concelho; muitas foram as dúvidas colocadas pelos jovens adolescentes às quais tentámos dar respostas e orientação de forma assertiva.

Como sabemos o termo adolescência deriva da palavra “adolescere” que em latim significa “tornar-se adulto”. É um período de transição entre a infância e a vida adulta. Inicia-se com o aparecimento gradual dos caracteres sexuais secundários, por volta dos 11/12 anos e termina cerca dos 18 aos 20 anos. É considerada um processo de maturação física, cognitiva, social e emocional. Nesta etapa do ciclo da vida há avanços e recuos, sonhos e fantasia, distância e proximidade e uma turbulência por vezes intensa. Esta é uma fase de sonho social, em que o adolescente luta pela sua autonomia face à família e continua a construir o seu espaço privado. Contudo, para que esse crescimento se processe de forma saudável, o jovem necessita de acompanhamento continuado, quer seja na família, na escola, com os amigos e, em muitas situações específicas, com os profissionais de saúde. O velho “mito” de que “se aprende com os erros” pode ser prejudicial e/ou fatal nesta fase de vida em que se devem construir bases sólidas em termos de personalidade e vivências.

Ao participar nesta articulação pretendemos conhecer o adolescente do Concelho de Anadia na sua generalidade para melhor lidarmos com ele tanto no seu estado saudável como, também, numa situação de doença.

Não podemos esquecer que existe uma multiplicidade de factores que interagem de forma a levar os adolescentes a adoptar atitudes de risco. Se, por um lado, os pais diminuem o controle sobre os filhos estes, por sua vez, procuram mais autonomia, oportunidades de tomarem as suas próprias decisões e vivenciarem novas experiências. Por outro lado, faz parte do contexto do adolescente a dificuldade de controlar os impulsos, de pensar nas consequências de certos actos e os sentimentos inconscientes de omnipotência e invulnerabilidade. O somatório destas características podem desencadear atitudes passíveis de serem caracterizadas como comportamentos de risco.

A equipa da UCC de Anadia pretende fazer parte do grupo do adolescente do Concelho e julgo ter iniciado de forma coerente e gratificante este início de integração.

Os objectivos da nossa intervenção no decorrer deste ano lectivo e integrado neste “Grupo de trabalho” foram:

  • Conhecer as alterações físico-biológicas e psicossociais no adolescente;
  • Distinguir no comportamento de um jovem o que é resultante das modificações que está a sentir a nível físico e psicológico daquilo que é patológico;
  • Identificar sinais de alarme em relação ao seu futuro e intervir de forma participativa junto do grupo.

Ao longo deste ciclo de trabalho contribuímos com mais ganhos em saúde promovendo hábitos de vida saudáveis; criámos com as escolas espaços de saúde dedicado aos jovens em cada escola, identificámos e encaminhámos jovens com comportamentos de risco, intervimos no aconselhamento da saúde sexual e reprodutiva, implementámos hábitos de exercício físico regulares; promovemos a prática de uma alimentação equilibrada e estimulámos o desenvolvimento de uma cultura de segurança.

Julgo que estamos todos de parabéns e sinceramente espero que no próximo ano lectivo os nossos jovens continuem a procurar-nos, pois continuaremos no “local habitual e à hora combinada!!!!!”

No horizonte, vislumbram-se as férias!!!

Praia, Sol, Natureza, Calor, Amigos, Família, Namoro… mas nós Enfermeiros Cármen Santos, Francisco Baptista, Sandra Marques e Eu: Silvana Marques estaremos aqui uccanadia@gmail.com.

Lembrem-se de nós…

… e Boas Férias SAUDÁVEIS.

Enfermeira Silvana Marques

Dia Internacional da Luta Contra o Abuso e o Tráfico de Droga

Junho 26, 2011

Consumir dá estilo?

Junho 20, 2011

SAÚDE ESCOLAR – apresentação dos resultados

Junho 13, 2011

No ano lectivo 2009/10 a equipa de saúde escolar do Centro de Saúde de Anadia em articulação com o Projecto de Educação para a Saúde dos Agrupamentos de Escolas de Anadia e de Vilarinho do Bairro, da Escola Secundária de Anadia e dos Colégios de Nossa Senhora da Assunção e Salesianos S. João Bosco, aplicou um questionário para a obtenção de dados antropométricos, alimentares, higiene oral e consumos de álcool, de tabaco e de drogas.

Após o tratamento dos dados recolhidos disponibiliza-se a apresentação dos resultados (obesidade).

Em virtude dos resultados obtidos, as equipas têm reunido no sentido de planificar actividades e estabelecer parcerias de modo a intervir na prevenção da obesidade e no encaminhamento de casos no próximo ano lectivo.

A equipa de Educação para a Saúde

JORNAL DE SAÚDE

Junho 8, 2011

O Jornal de Saúde está disponível nas escolas do Agrupamento.  No jornal são apresentados trabalhos e actividades de todos os níveis de ensino, do Jardim de Infância ao Secundário. Agradecemos a todos os alunos e professores envolvidos na elaboração dos trabalhos, ao professor Vitor Margarido pela ajuda na montagem e ao professor Dino Rasga pela ajuda na impressão.

 Esta é a capa:

e a contracapa:

A equipa de Educação para a Saúde

O Consumo de álcool

Junho 6, 2011

Excerto do:

PLANO NACIONAL PARA A REDUÇÃO DOS PROBLEMAS LIGADOS AO ÁLCOOL      2010 – 2012

4.6. Áreas Prioritárias de Intervenção:

 4.6.1 Jovens, crianças e grávidas

No que respeita a crianças e jovens, os dados conhecidos justificam uma atenção dirigida a:

  1. Experimentação do álcool por parte das crianças e adolescentes;
  2. Aumento significativo da ingestão alcoólica entre os jovens do sexo feminino;
  3. Padrões de consumo de alto risco de bebidas alcoólicas, como a embriaguez e o binge drin-king, especialmente em adolescentes e jovens adultos

A exposição ao álcool durante a gravidez pode prejudicar o desenvolvimento cerebral do feto e está relacionada com défices intelectuais, de memória e do comportamento na criança, com repercussões na idade adulta. Como os padrões de consumo de alto risco estão a aumentar entre as mulheres jovens na maioria dos Estados-Membros, nomeadamente em Portugal, esta é, seguramente, uma área prioritária, tal como também foi previsto na Estratégia da União Europeia.

As crianças que vivem em famílias com Problemas Ligados ao Álcool e que sofrem efeitos per-niciosos no seu crescimento e desenvolvimento deverão ser tidas em conta como outra área de especial relevância a contemplar neste Plano.

A abordagem relacionada com o consumo nocivo de álcool nestes grupos mais vulneráveis, deverá ser, portanto, o mais precoce possível, dado o tipo de consequências que provocam no próprio e em terceiros.

Neste sentido pretende-se:

OBJECTIVO GERAL: Diminuir a exposição ao álcool e as suas consequências nefastas em crianças por nascer e em crianças inseridas em famílias com Problemas Ligados ao Álcool e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas pelas crianças e jovens.

O documento completo:

 Fonte:http://www.directorioalcool.com.pt/Paginas/HomePage.aspx
Fonte: Educação para a Saúde em Meio Escolar – DGIDC

Dia Mundial Sem Tabaco – 2011

Maio 31, 2011

 

AVALIAÇÃO DA LEI DO TABACO EM PORTUGAL  20082010 (Excerto)

3.1.7. Consumo nos jovens escolarizados

A Tabela 22 apresenta as prevalências de consumo de tabaco em jovens estudantes, segundo diferentes estudos e anos. Pode ver se a tendência geral de diminuição de hábitos tabágicos embora ao nível do 10º ano a prevalência seja praticamente a mesma desde 2006.

 

De acordo com os resultados dos Inquéritos Nacionais em Meio Escolar (3º Ciclo e Secundário) promovidos pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), verificouse uma diminuição da prevalência do consumo de tabaco entre 2001 e 2006, quer nos alunos do 3.º ciclo, quer nos alunos a frequentar o ensino secundário (Tabela 23). Esta tendência verificouse em todas as regiões do País. Quanto à evolução das prevalências de consumo ao longo da vida, ou seja ter alguma vez consumido tabaco, ter consumido tabaco no último ano e prevalência nos últimos 30 dias (ter consumido tabaco pelo menos uma vez nos últimos 30 dias), verificouse uma diminuição entre 2001 e 2006, quer nos alunos do 3.º ciclo, quer nos alunos a frequentar o ensino secundário (Tabela 23).

 Os inquéritos “European School, Survey on Alcohol and other Drugs” (ESPAD) também realizados em meio escolar, revelam diminuição da prevalência de consumo de tabaco nos 30 dias anteriores à entrevista (28% em 2003; 19% em 2007). 24,25 O projecto HBSC Comportamentos de Saúde das Crianças em idade escolar é um estudo realizado por múltiplos países em colaboração com a OMS – Europa (Apêndice 1; 1.13, página 117). A população alvo do estudo HBSC é a dos jovens que frequentam a escola, com idades de 11, 13 e 15 anos. O inquérito foi realizado numa amostra representativa a nível nacional obtida em cada uma das três aplicações feitas em 2002, 2006 e 2010. Das muitas facetas inquiridas aos jovens em idade escolar uma que foi sempre incluída foi a questão relativa ao consumo de tabaco. Na Tabela 24 mostrase a evolução do consumo de tabaco (“Fumo diário”) nestes jovens e a evolução de 2002 a 2010. Em todos os níveis de ensino 6.º, 8.º e 10.º ano assistiuse a uma redução para cerca de metade dos níveis de consumo verificados em 2002. No que respeita ao consumo de tabaco incluindo formas menos regulares de consumo, o padrão observado foi semelhante, com decréscimo substancial de 2002 para 2006 e alguma evolução de decréscimo sustentado sobretudo no grupo etário mais jovem.

Observouse uma evolução sustentada de decréscimo do consumo de tabaco nos níveis de escolaridade mais baixos (6.º e 8.º anos) no período de 2006 para 2010, mas no 10.º ano este padrão não parece estar a ocorrer.

Pode consultar o documento completo AQUI

 

http://www.portaldasaude.pt

CAMINHADA PELO CORAÇÃO

Maio 26, 2011

Lagoa de Torres

No dia 25 de Maio, no âmbito do Projecto de Educação para a Saúde, 265 alunos, 50 professores, 1 assistente operacional, 2 assistentes técnicas e 10 Encarregados de Educação da escola básica nº2 de Vilarinho do Bairro, 2 enfermeiras da UCC, 3 elementos da Direcção do Agrupamento e a vereadora da cultura Drª Rosa Tomás, participaram na “5ª CAMINHADA PELO CORAÇÃO”.

Além da Equipa do PES, estiveram envolvidos na actividade, o grupo de Educação Física e o grupo de Ciências Experimentais. A actividade visava envolver a comunidade escolar em práticas que aumentem a qualidade de vida e o bem-estar; sensibilizar toda a comunidade educativa para a protecção ambiental e para a protecção da saúde e desenvolver hábitos de vida saudáveis.

A segurança dos participantes esteve assegurada contando com o apoio da escola segura e dos bombeiros.

Pelas 12 horas partiram em direcção à Lagoa de Torres tendo em conta alguns cuidados, nomeadamente, roupa e calçado confortável, água, boné e protector solar.

Durante o percurso foi possível observar espécies da flora e da fauna local, para tal, bastava estar atento e motivado para o meio envolvente. Por vezes desvalorizamos o que está próximo e valorizamos o que está longe. Assim, partilhamos (profª Paula Lucas e Licínia Simões) algumas espécies que foram “capturadas” pelas objectivas.

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Outro aspecto interessante a salientar foi a reutilização das camisolas de edições anteriores, poupando recursos económicos e materiais.

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O percurso até à Lagoa de Torres tem cerca de 5Km, onde foi servido o almoço, confeccionado e servido pelas assistentes operacionais da cozinha da escola.

É saudável!

O coração agradece!

Licínia Simões

O Projecto de educação para a Saúde na imprensa local

Maio 23, 2011

O professor Rui Godinho, colaborador do Jornal da Bairrada e Região Bairradina, fez o relato da actividade para os referidos  jornais:

V CAMINHADA pelo CORAÇÃO

Maio 20, 2011

Programa de Estudos em Meio Escolar 2010/11-IDT

Maio 17, 2011
 
As escolas do Agrupamento de Anadia participaram no Programa de Estudos em Meio Escolar – 2010/2011, da competência do IDT (Instituto da Droga e da Toxicodependência) com o apoio do Ministério da Saúde e do Ministério da  Educação.
O INME é um estudo epidemiológico, cujo objectivo é descrever a dimensão e as características do fenómeno do consumo lícito e ilícito de substâncias psicoactivas, nas populações estudadas.
Estes estudos visam continuar a acompanhar a evolução da dimensão e das características do consumo de substãncias psicoactivas entre os adolescentes escolarizados, em Portugal e na Europa.
Os resultados deste e de outros estudos podem ser consultados na página

http://www.idt.pt/PT/Investigacao/Paginas/EstudosConcluidos.aspx .

A selecção das turmas foi feita aleatoriamente, de modo a garantir a representatividade dos resultados, a recolha de dodos garantiu o anonimato e solicitou-se previamente autorização aos Encarregados de Educação para o efeito. Anos de realização: 2001; 2006; 2011 (em curso).
  • Inquérito Nacional em Meio Escolar -INME 2010/2011 – 3º ciclo
  • Inquérito Nacional em Meio Escolar -INME 2010/2011 – Secundário
  • Estudo sobre o Consumo de Álcool Tabaco e Drogas – ECATD/2011
  • European School Survey on Alcohol and other Drugs – ESPAD/2011
Informação complementar:Impacto da toxicodependência na parentalidade e saúde mental dos filhos – Uma revisão bibliográfica
As autoras abordam os efeitos da toxicodependência na parentalidade e na saúde mental das crianças e adolescentes, enunciam os factores de risco e os factores protectores e apresentam o tipo de intervenção que tem sido levado a cabo neste âmbito.

http://www.idt.pt/PT/RevistaToxicodependencias/Paginas/Temas.aspx

Formação PRIMEIROS SOCORROS (Docentes)

Maio 14, 2011

 

Projecto de Educação para a Saúde – Biblioteca Municipal de Anadia

Maio 11, 2011

 


Há noites assim, agradáveis pela aprendizagem, pelo convívio e pela partilha.
No âmbito do Projecto de Educação para a Saúde em articulação com a Biblioteca Municipal de Anadia, foi possível realizar esta actividade para toda a comunidade . A vereadora da cultura Drª Rosa Tomás da Câmara Municipal de Anadia abriu a sessão de trabalhos assim como a Drª Alexandra Gonçalves coordenadora da Equipa de Educação para a Saúde.


O Dr. Polybio Serra e Silva da Fundação Portuguesa de Cardiologia apresentou o tema “Aprender a comer bem, para viver além dos cem…” de uma forma cativante, abordou um assunto sério tornando-o acessível a todos os presentes, deu sugestões de uma alimentação saudável,  alimentos a evitar, formas de cozinhar, tudo isto sempre em quadras, parabéns à sua veia poética. 

E como mensagem final:

De seguida as enfermeiras Silvana e Sandra da Unidade Cuidados da Comunidade (UCC) de Anadia apresentaram o tema ” Obesidade – factor de risco cardiovascular”, incidiram sobre os vários tipos de obesidade (forma de maçã e forma de pera) e os problemas inerentes, o Índice de Massa Corporal (IMC), o perímetro abdominal e a importância de monitorizar estes parâmetros.

A Drª Elisabete Serrada da Unidade Saúde Pública (USP) de Anadia apresentou os resultados do projecto “Anadia, Menu Saudável”.

Este estudo foi iniciado em 2010 nas cantinas escolares e nas cantinas dos lares de idosos do concelho de Anadia, visava avaliar a quantidade de sal ingerido diariamente nas refeições servidas nas respectivas cantinas. Os resultados iniciais foram preocupantes, tendo sido feita formação às 36 cozinheiras(os) de modo a sensibilizar estes trabalhadores para evitar o excesso de sal e informar acerca das consequências para as crianças e idosos utentes das cantinas em estudo.

Após a formação às cozinheiras(os) houve ligeiras melhorias, no entanto, as crianças e os idosos continuam a consumir excesso de sal sendo nalguns casos 7 vezes superior ao valor normal : adultos – 1 colher de chá por dia e crianças 1 colher de café por dia. Concluiu que há necessidade de continuar o trabalho de sensibilização/informação da população do concelho de Anadia para os riscos do consumo excessivo de sal.

No final das palestras os presentes visitaram a exposição de trabalhos realizados pelos alunos do Agrupamento.

Exposição - “CORAÇÃO…”

Marcadores de livros das escolas Básicas nº2 de Anadia e de Vilarinho e da escola Secundária:

 

Esculturas da escola nº2 de Vilarinho:

Telas da escola nº2 de Vilarinho:

Licínia Simões


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