Skip to content

O cantinho dos afetos… e da saúde

Agrupamento de Escolas de Anadia

Category Archives: Género e Cidadania

… encontros

O Projeto de Educação para a Saúde esteve presente!
Agradecemos a todos os professores e alunos (desde a Pré até à Secundária) que se envolveram na elaboração dos trabalhos expostos. Alguns dos trabalhos do Projeto Alimentação Amiga receberam prémios! Parabéns a todos!
Agradecemos a colaboração do Centro de Saúde na seleção dos trabalhos!
A equipa do PES

A nossa participação neste evento! para quem não foi à Feira deixamos algumas fotos dos trabalhos dos alunos e da colaboração de alguns professores.


O Projeto de Educação para a Saúde desenvolve atividades desde o Pré-escolar até ao Secundário em estreita articulação com o Centro de Saúde de Anadia.


Agradecemos a colaboração dos alunos e professores na elaboração dos trabalhos, ao Centro de Saúde pela cedência de materiais, aos alunos de Biologia e professoras, aos alunos e professoras da E.B. de Vilarinho do Bairro à equipa PES, às alunas de animação cultural e professora, enfim a todos os que contribuíram de alguma forma para este evento.


Também estiveram presentes os professores do Centro Qualifica divulgando as suas atividades.


Licínia Simões – coordenadora do PES

img_20161125_112229img_20161125_112323img_20161125_112327

No passado dia 25 de Novembro – Dia Internacional da Violência Contra as Mulheres, realizou-se no Agrupamento de Escola de Anadia um Workshop ” Violência no Namoro”.

Sabe-se que 85% das vítimas de violência doméstica em Portugal são mulheres. A violência doméstica e a violência no namoro contra as mulheres abarca vítimas de todas as condições e de todos os estratos sociais e económicos.

Em 1999, as Nações Unidas (ONU) designaram oficialmente o dia 25 de novembro como Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres. Desde 1999 que se tem celebrado este dia pelo mundo. A data está relacionada com a homenagem a Tereza, Mirabal-Patrícia e Minerva, presas, torturadas e assassinadas em 1960, a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo. O Agrupamento de Escolas de Anadia contou com a presença de Silvana Marques – Coordenadora da Unidade de Cuidados na Comunidade neste Workshop que pretendeu sensibilizar os jovens para esta problemática.

Silvana Marques

Convenção de Lanzarote

Licínia Simões – coordenadora do PES

Caros Parceiros,

 A Organização Mundial da Saúde (OMS), em Health for all, estabeleceu metas de saúde para os próximos anos, prevendo na Meta 13 que a promoção da saúde e os estilos de vida saudáveis tenham uma abordagem privilegiada no ambiente escolar, de modo a que a  maioria das crianças que frequentem a Escola integrem estabelecimentos de educação e ensino promotores da saúde. Considerou-se ainda como Escola Promotora da Saúde aquela que inclui a educação para a saúde no currículo e possui atividades de saúde escolar, como é o caso do Agrupamento de Escolas de Anadia.

 Portugal integra a Rede Europeia de Escolas Promotoras da Saúde desde 1994, com uma parceria formalizada entre os Ministérios da Saúde e da Educação, onde ambos assumiram a promoção da saúde na escola como um investimento que se traduzirá em ganhos em saúde. A referenciação para a equipa de saúde escolar de crianças e jovens com deficiência ou doença crónica, perturbações do desenvolvimento, do comportamento, emocionais ou relacionais e/ou outras é importante para o bom desenvolvimento da criança/jovem. Contamos com a continuação do excelente trabalho em parceria que temos desenvolvido.

Estamos num novo ano letivo – 2016-2017 –  um ano com muita saúde e excelente educação!

A equipa da UCC Anadia, deseja um bom regresso às aulas! às Crianças, às Famílias, aos Professores e ao Pessoal não docente .

Cruzamo-nos por aí!!

Sinceros Cumprimentos,

Silvana Marques

Coordenadora UCC Anadia

uccbebe3-1regresso

Versando o tema Mulher,  o Agrupamento de Escolas de Anadia vai desenvolver uma ação, “março, Mulher”, com as seguintes atividades:

– Exposições de trabalhos realizados no âmbito de diversas disciplinas;
– Projeção de vídeos;
– Concurso “Leituras do Ocidente e do Oriente” subordinado à temática “O papel da mulher na sociedade oriental” – (Biblioteca EBSA);

– Palestra sobre “O papel da mulher na História: permanências e mudanças” – 6º ano/2 sessões em Anadia e Vilarinho do Bairro, no dia 15 de março de 2016;

– Passagem do Filme “Sufragistas”, no Cineteatro Anadia, no dia 2 de março, em duas sessões, uma de manhã e outra à tarde, para os alunos do 9º ano e do Ensino Secundário;

-Tertúlia/café, com o tema “Mulher”, no dia 11 de Março, no Museu do Vinho da Bairrada, com a presença da Presidente da Câmara Municipal de Anadia, Eng.ª Teresa Cardoso, uma ex-aluna do Agrupamento, e destacada neurocirurgiã, Dr.ª Cláudia Faria e o Prof. Dr. º João Paiva (os nossos alunos da Pastelaria e Serviço de Mesa irão dar apoio a este evento);

– Momentos musicais, de poesia e de expressão dramática.

mulher

Licínia Simões – coordenadora do PES

mulher

A igualdade de género está longe de ser uma realidade em vários países do mundo. Há leis contra as mulheres que se mantêm em várias sociedades, apesar de 189 países terem aceitado legislar direitos iguais para ambos os sexos na  Conferência Mundial sobre a Mulher de 1995. O site Daily Beast elaborou uma lista com algumas das leis mais discriminatórias que ainda se mantêm em vigor.

“As relações sexuais ou qualquer acto de natureza sexual cometido por um homem com a sua esposa, se a mulher não tiver menos de 15 anos, não é considerado violação”.

Mulheres casadas podem ser violadas pelos maridos

A Índia tem lutado contra o flagelo do abuso sexual e violações no país quando o brutal ataque a uma jovem estudante em 2012 fez as manchetes de jornais em todo o mundo. No entanto, um ano depois o país aprovava uma cláusula à legislação que diz: “As relações sexuais ou qualquer acto de natureza sexual cometido por um homem com a sua esposa, se a mulher não tiver menos de 15 anos, não é considerado violação”. O país legalizou assim a violação dentro do casamento. Lei semelhante vigora também em Singapura, em que a violação marital é permitida acima dos 13 anos. Nas Bahamas é igual mas a idade limite é 14 anos.

Homens podem raptar mulheres desde que se casem a seguir

Em Malta e no Líbano, o crime de rapto retirado desde que o raptor case com a vítima. Diz a lei maltesa que se o raptor “depois raptar a pessoa, vier a casar com ela, deixa de ser passível de acusação”. Mais: Se o raptor, já depois de ser julgado e condenado, decidir casar com a vítima, o processo é considerado nulo. Leis semelhantes existiam na Costa Rica , Etiópia , Guatemala, Peru e Uruguai e só na última década foram derrubadas.

Maridos podem bater nas mulheres

Na Nigéria, a violência “vinda do marido com o objectivo de corrigir a sua mulher” está prevista na lei. O mesmo se aplica de pais para filhos e de patrões para empregados.

Mulheres não podem ter qualquer emprego

Na China, há trabalhos que são vedados a mulheres, tais como em minas ou outros que exijam esforço físico. Em Madagáscar, as mulheres não podem trabalhar em fábricas à noite, a não ser que estas pertençam à sua família.

Mulheres impedidas de conduzir

Na Arábia Saudita as mulheres não podem guiar, já que a lei proíbe especificamente as mulheres de terem carta de condução. Em Dezembro surgia a notícia de duas mulheres detidas por serem apanhadas a conduzir e mais tarde acusadas de terrorismo por alegadamente se dirigirem para a fronteira. Recentemente esta proibição voltou a ser notícia nos jornais de todo o mundo.

Maridos escolhem o EMPREGO das mulheres

Na República Democrática do Congo, “uma mulher casada é obrigada a viver com o marido e a estar com ele onde quer que o homem decida viver”. As mulheres casadas não podem assinar qualquer contrato, escolher um emprego ou ter um negócio sem a autorização do cônjuge. Na Guiné, Iémen e Sudão a lei é semelhante.

Mulheres recebem menos herança do que irmãos

Na Tunísia e nos Emiratos Árabes Unidos as mulheres recebem apenas metade da herança em relação aos irmãos do sexo masculino.

Mulheres adúlteras podem ser assassinadas

A lei no Egipto prevê que “quem apanhar a esposa a cometer adultério em flagrante e a matar é punido com uma detenção”, ao contrário da pena de 20 anos de trabalhos forçados para um crime de homicídio. Na Síria, é legal matar uma mulher adúltera. Antes de 2009, um homem podia mesmo matar a sua mulher, irmã, filha ou mãe caso a apanhasse num “acto sexual ilegítimo” sem qualquer punição. A lei prevê agora apenas cinco a sete anos de prisão.

Mulheres impedidas de se divorciarem

Em Israel os casamentos submetem-se à lei rabínica, na qual as mulheres têm menos direitos na hora de largar os maridos. “Tudo depende da vontade do marido”, decretou o Supremo Tribunal Rabínico em 1995.

Testemunhas mulheres não contam para a Justiça

No Irão, para casos de Justiça sujeitos a penas pesadas são necessárias “duas testemunhas masculinas ou quatro femininas”. Na maioria das leis, é preciso o dobro das testemunhas femininas em relação às masculinas.

http://www.sol.pt/noticia/124329

%d bloggers like this: