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O cantinho dos afetos… e da saúde

Agrupamento de Escolas de Anadia

Category Archives: Órgãos reprodutores

A primeira menstruação indica que a menina está pronta para a reprodução, portanto está sexualmente madura. Antes da primeira menstruação, não importa que idade tenha, ela é sexualmente imatura e isso significa que o corpo dela não está preparado para a relação sexual. Não há ainda as hormonas que promovem a lubrificação vaginal e que facilitam o relaxamento do músculo do canal vaginal para acomodar o pênis. Isso significa que se ela tiver relações sexuais ainda nessa fase poderá sofrer lesões graves na vagina, que lhe poderão trazer consequências pelo resto da vida.

Enfª Lígia Antunes

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A VAGINA é o órgão copulador feminino, formado por um canal musculoso e elástico que possui, aproximadamente, 9 a 12 centímetros de comprimento. A vagina liga o útero ao meio externo e possui um pH ácido, que a protege da proliferação de microrganismos patogénicos. A sua abertura pode ser parcialmente fechada por uma membrana chamada hímen.

Enfª Lígia Antunes

Clítoris é um dos órgãos sexuais externos da mulher. É um órgão rico em terminações nervosas, formado por tecido semelhante ao do pénis. É responsável pelo orgasmo feminino, aumentando de tamanho durante a estimulação sexual.

Enfª Lígia Antunes

Dentro da tua barriga, encontra-se o teu útero, que é o local onde um bebé se desenvolve até ser altura de nascer.Para chegarem ao útero, os espermatozóides têm de atravessar o colo do útero. O colo do útero é uma parte muito importante do teu corpo, porque é uma estrutura que estabelece a comunicação com o teu útero. Assemelha-se um pouco a um cone de gelado virado ao contrário. O que o colo do útero tem de bom, é que, em geral, se encontra fechado, excepto em ocasiões muito especiais, como durante o parto, em que se abre amplamente, ou durante a altura em que estás com o período, em que se abre um pouco, para deixar gotejar o período. Tem a capacidade de manter todo o interior seguro e limpo, e nada pode passar através dele, devido à sua forma de cone. Assim, o que quer que seja que tu coloques na vagina, não se pode perder ou desaparecer para outra parte do teu corpo.

No topo do teu útero, existem dois tubos que se dirigem um para a esquerda e o outro para a direita São as denominadas trompas de Falópio, que se destinam a levar o óvulo desde o local de origem – o ovário – até ao seu destino – o útero. As trompas de Falópio têm aproximadamente o tamanho do teu dedo indicador na parte exterior e a largura de um cabelo no interior.

No fim de cada trompa, existe um ovário. Cada ovário, só para que saibas, tem o tamanho aproximado de uma uva grande.

No interior dos teus ovários, estão os óvulos. Eles sempre lá estiveram, desde o teu nascimento. Centenas de milhares deles. Mas não “fazem” nada de nada, até entrares na puberdade.

Quando entras na puberdade, as hormonas do teu corpo estimulam os óvulos a desenvolver-se e, então, são libertados um de cada vez (ou, muito raramente, dois); em seguida, eles deslocam-se pela trompa de Falópio até ao útero. A libertação de um óvulo é denominada ovulação.

Quando ocorre a ovulação, em cada mês, podes engravidar e ter um bebé. Espera um pouco!

Os óvulos não são bebés. Têm de ser “fertilizados” por um espermatozóide, e só depois se desenvolve um bebé.

Enfª Lígia Antunes

Só as mulheres é que podem ter filhos pois só elas é que possuem útero, órgão onde é possível o desenvolvimento de uma criança.

Enfª Lígia Antunes

As coisas que fazem com que pertenças ao sexo masculino ou feminino têm a ver com a reprodução ou com o ter filhos. Assim, estas diferenças dizem respeito aos órgãos genitais, ou sexuais, que são as partes do corpo que permitem que uma pessoa se reproduza.

Como provavelmente já sabes, são precisos um homem e uma mulher para gerar um bebé. Isto porque metade das instruções necessárias para a formação do corpo do bebé vêm do homem e a outra metade da mulher. Estas instruções estão contidas nos espermatozóides do homem e nos óvulos da mulher. Um espermatozóide e um óvulo têm de se unir dentro do corpo da mulher para que o bebé se desenvolva.

Enfª Lígia Antunes

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