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ONU lança campanha “Coração Azul” para mobilizar apoio do público para acabar com tráfico de pessoas

A ONU lançou uma nova campanha, representada por um coração azul, para sensibilizar as pessoas para os milhões de vítimas do tráfico de pessoas e mobilizar apoio para combater esta forma moderna de escravatura.
“Há muita ignorância sobre a escravatura moderna. Há também muitas pessoas com boa vontade para a combater”, disse, hoje, Antonio Maria Costa, Director Executivo do Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), ao lançar a campanha, em Viena.
“O coração azul ajudará a sensibilizar as pessoas para um crime que representa uma vergonha para todos nós. Demonstra solidariedade com as vítimas”, disse Antonio Maria Costa ao público reunido na capital austríaca para assistir à atribuição dos Women’s World Awards.
Segundo um comunicado de imprensa emitido pelo UNODC, o coração azul representa “a tristeza das vítimas do tráfico, a desumanidade dos autores deste crime e o empenhamento das Nações Unidas em combatê-lo”.
No quadro da campanha, o UNODC está a procurar levar elementos do público a trocar a fotografia do seu perfil no Facebook por um coração azul, transferir o coração para a sua página na Internet, passar palavra através do Twitter e ver o vídeo sobre o tráfico de seres humanos no YouTube.
O lançamento da campanha surge em vésperas do Dia Internacional da Mulher (8 de Março), cujo tema, em 2009, é “Mulheres e homens unidos para pôr termo à violência contra as mulheres e as raparigas”.
Falando no Congresso Mundial das Mulheres que decorreu ontem em Viena, Antonio Maria Costa descreveu o tráfico de seres humanos como “o pior tipo de violência contra as mulheres, ainda mais repugnante pelo facto de as pessoas ganharem dinheiro com a sua prática “.
Embora a pobreza torne as pessoas vulneráveis ao tráfico de pessoas, a discriminação e o sexismo também são factores importantes. “Quer se trate de burkas ou de biquínis, a humilhação da mulher como um bem ou como um objecto sexual é uma afronta à dignidade humana. Cria um mercado onde as mulheres e as raparigas são comercializadas como mercadorias”, disse Antonio Maria Costa.
O Director Executivo do UNODC pediu a todas as pessoas para aderirem à campanha “a fim de acabar com a escravatura e alcançar a igualdade das mulheres”.

(Baseado numa notícia divulgada pelo Centro de Notícias da ONU, a 5/03/2009)

http://www.unric.org/pt/

A exploração sexual, o trabalho escravo e roubo de órgãos são dos crimes com maior taxa de crescimento em todo o mundo. Os dados são conhecidos numa altura em que Portugal aderiu à campanha internacional promovida pelas Nações Unidas.

 Em Portugal, a campanha será lançada esta 6ªfeira, dia 13 de abril, na Casa do Infante, no Porto, pelas 17h30. A iniciativa cabe à Secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade / Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG).Torne o seu coração azul!

 
 

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